7/31/2017

Workshop para professores na ENG São Paulo


Graças a Alcateia e MakerBot tive a oportunidade de falar sobre educação e STEAM, que levam ao uso das impressoras em sala de aula.

A importância desta ação transcende todos os objetivos comerciais, trata-se de garantir o futuro aos alunos, e pode soar como exagero, mas me acompanhe: a manufatura 4.0 já está em marcha e sua transição é inexorável, um mundo de Black-planta, fábricas autônomas, que de tantos robôs, nem se precisa acender a luz, fábricas, com mínima, ou nenhuma geração de empregos.

Esse movimento é inevitável, e já está acontecendo, mas e quanto ao resto de nós? Enquanto Mark Zukenberg passa a defender uma bolsa dada pelo governo, a todos os cidadãos, para suprir a falta brutal de trabalho e emprego nos dias que virão, eu preferi potencializar as pessoas que possam fazer seu próprio emprego e geração de empregos, mas para isso dependo do professores.

Uma das experiências in loco mais legais que já tive foi o colégio Marista, onde os alunos aprendem Lego MindStorm, Scratch, Impressão 3D e desenho por minecraft CAD! Essas crianças de sexta a oitava série vão sair da escola com mais bagagem que eu saí da faculdade!

Foi uma semana incrível, que só posso agradecer a Alctei, Makerbot e ENG, pela chance de falar!

7/21/2017

Site do Impresso 3D com novo sistema de tags



Foram 535 posts revistos, 45 apagados, velhas promoções do meu livro, convites para eventos de 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016, e todos os posts restantes passaram por recategorizações.

Agora é mais fácil filtrar por aquilo que você quer ler de fato: dicas, artigos, News, criatividades/empreendedorismo, sessões como Impresso 3D Visita, Impresso 3D Dicas, Reviews.

Gostou da organização? Deixe seu comentário sobre como o blog pode ser ainda mais útil para você!

Ah, não se esqueça que nosso canal do YouTube tem sido atualizado, toda segunda e quinta feira, confira!

7/20/2017

Impresso 3D Dicas e Review: M3D


A M3D foi uma paixão à primeira vista, depois de tantos anos numa vida de nômade, ou melhor, caixeiro viajante, portabilidade e simplicidade se tornaram muito importante para mim. Pode ser um trauma da época que eu ia instalar as pesadas Silicone Graphics UNIX e os IBMs Rick e seus monitores super densos, quase capazes de produzir luz própria de tão densos...

Com a M3D basta coloca-la na mochila e viajar, quando quiser, coloca-la na tomada, liga-la no USB do computador, e usá-la. É lerda, mas é tão bem feita em tantos detalhes, que vale a pena. Um software lindo, de imersão na impressora. O software é leve, sem perder nada, tem um settings avançado, e mesmo sendo uma solução proprietária, ainda admite GCode gerado por outras plataformas, como o Simplify3D, ou o MakerBot Desktop para Windows XP (versão 2.0 ou anterior).

No geral, não é uma impressora para prestação de serviços, ainda que seja extremamente barata, 249 dólares, ela não dá conta de produção por ser lerda, tirando isso, é excelente, ideal para ter em casa, já que é absolutamente silenciosa, segura para ter num ambiente com crianças, embora um conectar magnético de força fosse melhor, já que é tão leve que até meu filho de um ano consegue puxá-la pelo cabo de força.

A respeito de materiais, ela tem os cartuchos da própria M3D, que cabem embaixo da mesa de construção da peça, que você vê na foto acima, e são um pouco mais caros que os do mercado. Pode operar com ABS, PLA, Elastômeros e um material que muda de cor conforme a temperatura, chamado de Chameleon, mas a grande vantagem é que ela aceita também materiais de outras origens, sem problemas. Um alerta: ela não tem mesa aquecida, e nem é fechada, assim imprimir em ABS é difícil, mesmo peças tão pequenas como as que produz (ela tem 80x80x100 de volume de impressão), a peça tende a descolar da mesa. Uma solução é usar BuiltTank, uma película vendida na Amazon que é muito boa, e dá uma amenizada no empenamento.

7/19/2017

FormLabs elogiada por Wohler e com membro diretor (ex-Autodesk!)

CEO da FormLabs "Max" Lobovsky

Quem assistiu ao documentário do Netflix, Print the Legend, deve se lembrar que ele aborda duas empresas de impressoras 3D, com diferentes abordagens e diferentes destinos, por um lado, a pioneira MakerBot, fundada numa garagem por três amigos, trouxe ao mundo Bree Pretts, e a primeira impressora 3D de 600 dólares do mundo. Nunca antes, uma impressora 3D custou menos de 45.000 dólares, a Dimension da Stratasys, custava por estes valores em 2009.

Adquirida pela Stratasys, a MakerBot foi catapultada de uma empresa de garagem, para uma multinacional com produção na China, e máquinas Prosumer que se apresentam como o iPhone da impressão 3D, ao mesmo tempo incrivelmente confiáveis, e com um eco sistema riquíssimo de recursos: Thingiverse, MyMakerBot, MakerBot Desktop, MakerBot Print (para iOS, Android, Windows e MAC, e capaz de abrir arquivos nativos do CAD nas plataformas Windows) e o MakerBot PrinterShop para iPads.

Em paralelo, um grupo mais jovem, e mais ousado, não se arriscou com máquinas de entrada, em.madeira e afins, e partiu para o tudo ou nada no Kickstarter, um famoso site de financiamento coletivo, um local onde pessoas compram antecipados o produto, por um bom desconto e prêmios extras, na expectativas que o produto atinge o financiamento solicitado. Se o produto atingir, digamos, 100.000 dólares, todos que financiaram o produto o recebem antecipadamente, e se não for financiado, recebem o dinheiro de volta. Pois bem, a FormLabs foi a primeira a atingir mais de um milhão de dólares no financiamento coletivo, e a máquina saiu do papel.

Mas... Produzir três protótipos era uma coisa, na hora da produção em série das máquinas, descobriram um problema no laser. Para piorar, a 3DSystems entrou numa batalha legal por patentes com a empresa, e tudo isso, atrasou a entrega das impressoras. Tornando curta a história longa, a FormLabs permaneceu independente, e teve que crescer por seus próprios méritos, mas ela conseguiu...

A empresa, que já foi elogiada por Terry Wohlers, como uma empresa que iria remoldar o mundo da impressão 3D, agora trouxe para sua bancada diretora, ninguém menos que Carl Bass, ex-CEO da Autodesk! Demorar para crescer é chato, mas sem dúvida, crescer só, tem seus méritos. A comunidade de usuários é tão unida, que no último encontro rolou até doação de miniaturas da impressora, feitas pela impressora em sí. Uma febre...

Para ler mais sobre o novo membro diretor, acesse: http://www.businessinsider.com/autodesk-ceo-carl-bass-joins-formlabs-board-2017-7

7/18/2017

Shapeways adquire sua primeira impressora 3D da HP


Pois bem, depois de anunciada publicamente em 2014, e repetidas vezes, ano após ano, finalmente uma nota pública à respeito da impressora 3D da HP: o anúncio que a Shapeways adquiriu seu modelo, uma das maiores prestadora de serviços do mercado, quase que especializada em design de joias, roupas e vestíveis em geral, através de impressoras 3D, e agora munida de sua máquina da HP.

É difícil definir o porque da demora e de tantos e repetidos anúncios de lançamento dessa impressora, só podemos conjecturar que se tratou de alguma batalha jurídica, provavelmente à cerca de patentes, que atrasou a chegada da máquina. Esses processos tendem a correr em segredo de justiça, e quem viu o documentário Print the Legenda, viu a FormLabs sofrendo com esse processo, sendo cobrada pela entrega das máquinas, mas além da dificuldade de achar um laser que operasse como eles precisavam, ainda tinham que esperar o julgamento transcorrer, e sem poder falar nada aos compradores exasperados.


Seja como, a primeira está entregue, o processo Multi-Jet Fusion, alegadamente 10x mais rápido que as Objets, usando uma combinação de gases, luz UV, cartuchos de cores e materiais em resinas, a máquina promete velocidade e resistência às suas peças, as chamadas, end-use-parts, ou peças para imprimir e aplicar. É dizer que é uma baita máquina...

Para ler a matéria completa, em inglês, acesse: https://www.shapeways.com/blog/archives/25462-shapeways-receives-the-first-hp-multi-jet-fusion-3d-printer.html

Disclamer: este não é um blog de News, é de analise das notícias que considero mais relevantes, e as matérias originais, em sua íntegra, pode ser citadas nestes artigos, mas não são, de forma alguma, apenas traduzidos e republicados. Não é nossa intenção, e hoje, mesmo saber inglês, basta ter o chrome instalado para que ele te faça a tradução, certo?

7/17/2017

Impresso 3D Visita: SmartPLM - parte 3 de 3



Em nossa terceira e última parte da nossa visita a SmartPLM, falamos com Maurício Serafim, seu fundador e CEO, e ouvimos um pouco do seu background, do posicionamento do SolidEdge no mercado e das tendências para a Siemens PLM, além de assistirmos a módulos avançados do CAD mid-range da Siemens: engenharia reversa, análise de fluxo e módulo de CAM.

Vejas as outras partes de nossa visita em link no final do vídeo, e assine nosso canal para acompanhar-nos em outras visitas como esta.

7/14/2017

Uma maneira bacana de usar acetona para acabamento

https://youtu.be/yyoefQ4k4BA
Desta forma não há risco de por fogo no escritório dos coleguinhas!

7/13/2017

Scanner do crânio de T-Rex Gigante, com Kinnect, no MIT



Quando me perguntam qual o melhor scanner 3D do mercado, sou obrigado a falar duas coisas: não é minha praia, sou nascido e criado em impressoras 3D, e o scanner que mais usei na vida, foi o da própria MakerBot, que era mediano a sua maneira, mas eu o adorava, infelizmente, é agora peça do passado, já que não veio para a Argentina comigo.

A segunda coisa que sou obrigado a falar é: já pensou no Kinnect? Puxa, o Windows 10 Creators Upgrade aprimorou o aplicativo 3DScan, que usa justamente o kinnect do Xbox com um adaptador para USB. Sei que o Adaptador é caro, custa uns 600 reais no mercado livre, mas, quem não tem um XBOX, conhece quem tem, e puxa, dado o preço do scanner 3D profissional, eu diria que 600 reais, com margem para devolução, é um gasto sensato.

Daí, todos me perguntam: mas funciona mesmo? Olha, funciona. Veja o que o pessoal do MIT fez com um Kinnect e uma forma estranha de prendê-lo a um ser humano: https://all3dp.com/mit-researchers-uses-microsoft-kinect-3d-scan-gigantic-t-rex-skull/?utm_source=Newsletter&utm_campaign=6780594575-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_9dffeeddae-6780594575-392332609

7/12/2017

Desocupado genial cria a primeira batata autônoma


Pode até ser que a esta altura, esta já seja notícia velha, mas achei a nota tão bonitinha, e tão a minha cara, que não resisti a publicar... (é bem piada pronta, vai... tive até que checar se não era outra fakenews, como aquela que dizia que haviam instalado Linux numa batata - para poder acessar ao diretório raiz melhor -, neste caso, a notícia é verdadeira, e veio de vários fontes, todas, fidedignas).

Praticamente todo mundo já deve saber que dá para fazer um relógio de batata, né? Aquela experiência envolvendo duas placas de cobre, limão, uma batata e um relógio digital de pulso, e uma eletrólise acontece como relação do limão e do cobre com a batata, gerando, energia. Pouca, mas suficiente para um dos velhos displays de relógios de pulso dos anos 80, até meados de 90...

Agora, o ninguém esperava é que Marek  Baczynsk fosse tão além. Apesar de uma batata não produzir energia suficiente para um motor elétrico, agregada de alguns capacitores e um uso muito elegante do circuito elétrico, ele conseguiu criar uma batata autônoma! No micro arduino que gerencia o motor, Baczynsk ainda teve a pachorra de colocar um modo aleatório de deslocamento, fazendo com que ela vá para a direção "que quiser".

O único pequeno detalhe é o tempo necessário para carregar um capacitor movido a batata, e sua duração:  7 centímetros a cada 15 minutos, ou seja, quase sete metros ao dia. Batizada de PONTUS, a batata é agora o novo bicho de estimação da casa, onde alegadamente, ainda se move mais que o gato...

7/11/2017

Calendário de cursos NX Siemens PLM pela SmartPLM

Clique para ir à página deles

Falamos e visitamos a SmartPLM, por isso, e por que eles lá pediram com carinho, aproveito para divulgar o calendário de cursos daqui até as férias de verão da plataforma e carro chefe da Siemens PLM, anteriormente conhecido por Unigraphics ou UG, e atualmente chamado de NX!

Confira, e querendo participar, já sabe, procure por Marcelo Pimentel em:


7/10/2017

LWT e VirtualCAE convidam para o 2o workshop de otimização estrutural


Atualmente, a indústria tem utilizado diferentes tipos de manufatura para a fabricação de seus produtos, como por exemplo: fundição, injeção de polímeros, forjamento e estampagem. Existe uma importante e promissora evolução de um novo método produtivo chamado manufatura aditiva. Este crescimento tem acontecido principalmente pela evolução das máquinas de impressão 3D. A principal vantagem desta nova manufatura é a total flexibilidade no design de novos componentes. A otimização estrutural contribui positivamente para a manufatura aditiva, pois através deste método de otimização é possível criar estruturas com design inovador e com peso reduzido.

Levaremos a impressora 3D para imprimir um caso real e mostraremos os passos de desenvolvimento de um software brasileiro, voltado para otimização de estruturas.

Quarta-feira,12 de Julho |8h30 ás 13h00
Parque tecnológico de são José dos Campos
Inscrição Gratuita | Vagas Limitadas

Inscreva-se: Garanta sua vaga gratuitamente!

7/07/2017

Convite para aula em A Escola de Impressão 3D




Tive a honra e privilégio de ser convidado pelo Anderson Godoy da Escola de Impressão 3D, a falar sobre propriedades dos materiais para impressão 3D.

Vou falar sobre propriedades hidroscópica, anisotrópicas, sublimação, e como isso impacta na sua impressão e na aplicação do seu projeto impresso. Vamos passear rapidamente também sobre sinterizados, e suas características.

Para participar, aproveite os preços promocionais exclusivos no link: https://www.sympla.com.br/tercas-com-...

E, claro, mesmo que você não participe, assine o canal do Anderson no YouTube, sempre com ótimas dicas!

7/06/2017

Assista nossa aula sobre propriedades dos materiais na próxima terça


Tive a honra e privilégio de ser convidado pelo Anderson Godoy da Escola de Impressão 3D, a falar sobre propriedades dos materiais para impressão 3D.

Vou falar sobre propriedades hidroscópica, anisotrópicas, sublimação, e como isso impacta na sua impressão e na aplicação do seu projeto impresso. Vamos passear rapidamente também sobre sinterizados, e suas características.

Para participar, aproveite os preços promocionais exclusivos no link: https://www.sympla.com.br/tercas-com-especialista__163384

E, claro, mesmo que você não participe, assine o canal do Anderson no YouTube, sempre com ótimas dicas!

Vai ser um bate papo bem bacana, prometo!

7/05/2017

Palette+ - Impressão FFF à quatro cores com um cabeçote


A MosaicManufacturing financiou, de forma coletiva, e trouxe ao mundo seu equipamento chamado Palette+, que nada mais é que um misturador de filamentos, o que é incrível pra caramba, claro. Com ele, pode-se utilizar uma impressora 3D de um só cabeçote, e produzir peças com até 4 cores numa mesma camada.

Falo do equipamento com "nada mais é que", por que o princípio do aparelho é muito simples, ele corta e une diferentes seguimentos do filamento, sem deixar marcas de emenda, para que não enrosque no cabeçote. Não, o grande trunfo aqui reside no software. Capaz de calcular quantos centímetros são necessários de uma cor, pra então fazer  mistura à corvseguinte. O softwre, por hora, só é compatível com Cura+Simplify, mas outras plataformas devem sair em breve.

Para saber mais, acesse: https://www.mosaicmanufacturing.com/pages/software

Dica do Luis Okuso, da 3 PrintFacturing (alias, excelente com News)


7/04/2017

Depoimento: Ação com crianças com MakerBots


Um dos trabalhos mais legais que eu fiz com a MakerBot foi justamente usando a plataforma exclusiva para iPad, o PrinterShop, que fizemos dentro do parque infantil no Shopping Eldorado, a Kidzania.

A ação, chamada, futuros brilhantes, envolvia crianças desenharem a si mesmas como adultas, fazendo o que sonhavam que seriam quando crescessem. Depois o desenho era fotografado com o aplicativo da MakerBot Print e então feito em 3D, para a criança levar para casa.

Para dar vazão aos mais de 200 desenhos produzidos, foi criada uma ilha com seis MakerBot 5a Geração, produzindo a todo vapor, ao longo do dia todo de um sábado, do meio dia às seis da tarde. Foi exaustivo, mas foi maravilhoso imprimir dezenas de bailarinas, jogadores de futebol, astronautas, médicos, dentistas  até mais de uma vez, coveiros (?!).

A ação foi uma realização da PromoPonto.


Doodle3D - CAD para crianças


O Doodle3D não é uma caneta 3D, esta mais para o MakerBot Printer Shop que já falamos aqui no blog, um aplicativo para iPad que entre outras funções, te permite fotografar um desenho 2D e cria-lo em 3D.

Através do Doodle3D você pode fazer o mesmo, mas com muito mais recursos de edição e liberdade criativa, e em mais plataformas: disponível para iPad também, mas para Android e até para plataformas online, o que habilita usuários de ChromeBooks, e de Windows Surface 8.1 como eu, a também usar a ferramenta.

Por hora o produto ainda está em pré-venda, e apenas disponível para iPad justamente, e por 25 euros a licença, mas quem diz, talvez venha a valer a pena, se entreter mesmo as crianças e ajuda-las a tirar máximo proveito das plataformas STEAM de educação.

Para saber mais, acesse: http://doodle3d.com/

PS: Se você tem uma Ultimaker, também pode usar o MakerBot PrinterShop, ok? Basta salvar no seu usuário Thingiverse e então baixar o arquivo pelo seu computador.


7/03/2017

Você sabe o que MVP e RAT significam? Entenda seus signficados



MVP pode parecer com o nome de algum certificado Microsoft, mas não se engane, trata-se de um dos mais importantes testes da indústria para o lançamento de um produto novo, de brinquedos de crianças à foguetes, e atende por Minimum Viable Product. É uma abordagem que visa determinar se os problemas que você vai encontrando pelo caminho do seu projeto são dignos de serem resolvidos ou não. Todos nós sabemos que se buscarmos um produto perfeito, é capaz de morrermos sem ver nossos produtos nas prateleiras, a questão é determinar se os problemas que vamos encontrando são só pelos em ovos, ou realmente há um futuro recall à espreita.

Como filosofia, o problema é que a interpretação de quando se aplicar ou com que afinco devemos olhar um produto, começou a se perder, sendo que a ferramenta começou a ser usada apenas no lançamento de novos produtos e nunca na extensão de novas versões. Para prevenir erros então, no crescimento da família de um produto, o MVP, que deveria ser só um teste rápido, passou a ser usado como tantos outros testes, FMEA, PPAP, APQP, com formulários longos, burocráticos e depois de o produto lançado, abandonado.

Uma nova filosofia, empoderada por soluções como internet das coisas, que coleta dados diretamente dos usuários das versões anteriores, por impressoras 3D, que permitem ter m produto final, da noite para o dia, e tantos outros recursos da chamada Internet Industrial, agora começa a emergir, chamada de RAT - Riskiest Assumption Test - e basicamente, pega a pior situação que alguém pode imaginar para ocorrer com seu produto, e testa ela. E se seu novo tablete cair de tela no chão? da mão de uma criança? da mesa de café? Da mão de um jogador de basquete? Simples, jogue ela do primeiro andar e faça-a sobreviver.

A nova filosofia se resume a: "acelarar a curva de aprendizado, ao mesmo tempo que diminuímos o tempo testando coisas".

Estas filosofias na realidade não se aplicam apenas a Start-ups ou produtos novos, mas dá para estender para o campo de serviços, softwares, e uma infinidade de aplicações.

Se você quiser saber mais, acesse: https://hackernoon.com/the-mvp-is-dead-long-live-the-rat-233d5d16ab02

Impresso 3D Visita: BioArchitects


Neste fantástico bate papo com o CEO da BioArchitects, Felipe Marques, o Designer Vital Yasumau, com participação do Eduardo Floriano, gerente comercial da LWT Sistemas e Jean Souza, engenheiro de aplicações na LWT Sistema, nós conhecemos o escritório de uma empresa brasileira, com filial nos Estados Unidos, especializada em bio modelos e até mesmo próteses customizadas.

Falamos da maior e mais poderosa máquina da Stratasys, no que tange a resolução e a quantidade de cores,  J750, com 10.000 cores e a Connex3 Objet260, com 365 cores, que não se enganem, é igualmente poderosa, e as aplicações destas máquinas e seus produtos na indústria.

Conseguimos em primeira mão um depoimento de uso real, sobre uma criança que veio da Angola para um procedimento no nosso país e como a impressão 3D ajudou a salvar sua vida e como ela economizou 22.000 reais por costela, numa cirurgia de 7 costelas quebradas.

Falamos ainda de softwares, como é a transição de um designer ou desenhista industrial para o mercado 3D e conhecemos um overview do Magics, da empresa Belga Materialise (ironicamente foram eles, ou melhor, elas, da Materialise, que acabaram interrompendo nossa visita mais cedo, mas não faz mal, pois ainda faremos um bate papo exclusivamente sobre o Magics.


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