10/31/2016

Nova atualização do Windows 10 investe em 3D


A Microsoft fez seu evento de lançamentos exatamente um dia antes da Apple, e o que ela fez foi dar um show. Muitos vão me dizer que a Apple minou seu próprio evento, já que ela apresentou as novidades de software, o MacOS Sierra, no início do ano, os iPhones e iPads no mês passado e sobrou muito pouco para eles falarem de verdade no evento do dia 27 de outubro. E eu não discordo disso.

Mas enquanto a Apple continua focando em retocar e aparar arestas em seus sistemas operacionais, com praticamente nada novo (a touch bar? really?), a Microsoft deu show por mostrar estar alinhada com o público criador.

Em software, o novo update do Windows 10, o Creators Upgrade, nos apresenta um conjunto de soluções que vão do óculos de realidade virtual à duas incríveis aplicações para quem gosta de impressão 3D, o Paint 3D e um novo scanner 3D.


O scanner, a Microsoft mostrou o aplicativo no novo telefone da HP, mas em breve o aplicativo estará disponível para download também para iOS e Android. Abandonando o conceito que a Autodesk utiliza de realizar de 20 à 800 fotos, como o próprio scanner da MakerBot faz, o novo aplicativo cria uma nuvem de pontos ao redor do objeto e já faz crop do fundo, cenário e mesa!


Complementando essa solução, a Microsoft também apresentou seu novo Paint! Vocês se lembram do velho Paint Brush? Pois nosso amiguinho cresceu, ele agora é capaz de desenhar e editar em 3D! Com integração total ao software para smartphones, o novo Paint permite fazer criações sobre o arquivo 3D obtido por scanner, ou realizar criações do nada, e o melhor, compatível com o software 3D Build do Windows 10, capaz de enviar desenhos do Paint para a 3D Printer diretamente!


Para encerrar, a Microsoft apresentou o Surface Studio e duas adições de hardware, um space mouse que é interativo com a tela e a caneta Stylus, fazendo o estúdio perfeito de edição e criação 3D, ou 2D.

10/26/2016

O que é um bom projeto

Existem várias definir sobre projetos, e várias técnicas para obter boas idéias, já vimos inclusive algumas delas aqui, MESCRAI, gestalt, análise lateral e bi-associação. Mas como medir boas idéias?
Um ensinamento simples, inovação é aquilo que gera nota fiscal. Se esta vendendo, foi uma boa idéia. Mas  existem outros critérios, e eu gosto de um em particular, boas idéias são simples.
Simples de operar, simples de arrumar, simples de vender. Já dizia um velho adagio: "o difícil é fazer o simples".

Pois eu não sei se já falei aqui, mas este final de semana, quis o destino que dos celulares aqui em casa quebram a tela, um LG e405f, e um iPhone4S.

A  tela do iPhone, 280 reais, umas três horas de trabalho. A tela do LG, 35 reais, eu mesmo troquei.  O hardware do LG é antigo, e seus parcos 150Mb de espaço para instalar aplicativos é um verdadeiro pesadelo.

Por outro lado, esse LG é uma das condições mais sólidas e simples que há vi, e Deus sabe o quanto eu taco, jogo r o deixo cair, ele espatifa como um Nokia dos bons tempos ancestrais, tela para um lado, bateria para outro e tampa traseira para um terceiro lado.

Mas basta montar tudo e tudo novo. Além disso, sua arquitetura de hardware é simples, seis parafusos e tudo certo. Eles fixam um chassi plástico que recobre a placas mãe, onde todos os  componentes são pessoa por clipagem.

10/24/2016

Tough PLA & MakerBot

Um dos lançamentos que acompanharam as MakerBot+ e MakerBot Mini+ foi o lançamento do Tough PLA, um novo material que segundo a desenvolvedora do Brooklin tem a resistência mecânica do ABS, mas é feito de PLA, aliando o melhor de dois mundos, um material orgânico, barato, e sem impacto ao meio ambiente, e a resistência mecânica de um dos plásticos mais utilizados do mercado.

O novo material chega juntamente com o novo software MakerBot Print 1.0, que como já falamos aqui, é um software agora fechadinho, fácil de operar, mas sem chances de edições avançadas aos usuários leigos, o que diminui em até 90% os chamados aos suportes helpdesk, mas por outro lado, fecha a porta para usuários avançados brincarem no novo software, mesmo com o apelo incrível de 20.000 dólares em licenças, pois ele, agora, também abre arquivos CAD nativos, sem a necessidade de STL.

Agora, com o novo software fechado, a MakerBot partiu para uma nova estratégia, ousada, para dar acesso à novos materiais aos usuários das impressoras. Sim, eles continuam vindo sem chip ePROM, mas por outro lado, agora cada novo material terá um cabeçote específico, ou ao menos uma família de compatíveis.

Foi a forma que a MakerBot achou para não contrariar sua matriz principal, não fazer usuários de reféns de seus materiais, mas com os novos desafios de fazer isso mantendo um software fechado, e ainda garantir um certo caixa extra na empresa, vender o cabeçote compatível.

Por um lado, isso facilita ainda mais a vida dos novatos na tecnologia, por outro lado, logo os donos das máquinas poderão se ver com um armarinho ao lado de suas impressoras, com cabeçotes para estes ou aqueles materiais especiais. Vale lembrar que ao menos por hora, o cabeçote é grátis na compra de três rolos de materiais.

E você? Qual a sua opinião sobre o tema?

10/21/2016

Editorial: E isso serve para que?

Com todo o meu estudo, que é incompleto em quase todos os campos, acabei me tornando um tipo até que comum de engenheiro, a despeito da minha formação, o engenheiro de power-point.

Um espécime estranho, que é capaz de analisar e provar qualquer coisa, desde que se demonstrado por slides. Melhor ainda, quando certa informação for difícil ou duvidosa, se houver outro slide, de outra pessoa, um gringo de preferência, aí é todo embasamento que alguém pode precisar.

Como engenheiro de aplicações ando munido de 200 a 300 powerpoints, mesmo número em PDFs, sobre propriedades dos materiais, usos das impressoras, e vídeos, de todas as formas.

Quando alguém me pergunta algo, quero ter o dado exato, na hora certa, para mostrar meu embasamento.

Basicamente, com os slides certos, num palco certo, sou capaz de negar a gravidade. De dizer que o sol sim, roda ao redor da Terra, ou dizer o contrário, discutir se o inferno é endo/exotérmico, ou falar de impressão 3D.

Apesar das piadas, devo dizer que aprendi mesmo, muito, através desses slides e PDFs, coisas que de fato eu vi na faculdade, mas que ao explicar aos não iniciados, eu compreendida, finalmente, o seu significado.

Aprendi sobre plásticos, e suas propriedades, sobre resinas, que não conhecia, e processos que jamais sonharia conhecer para fabricação.


E por tudo isso, sou grato, a todos e a cada um de vocês leitores, colegas e amigos. Muito obrigado!

10/17/2016

Hacking a MakerBot

Estas dicas foram originalmente publicadas no forum: https://www.3dhubs.com/talk/thread/best-printing-practices-makerbot-replicator-2-and-2x

Melhorias e Atualizações

Spring Load Replicator 2 Block
Uma das modificações mais importantes para quem tem a MakerBot 2 é a atualização da mola do retrator de filamento. Originalmente impressa para ser uma peça capaz de se auto atualizar, uma nova peça está disponível. Esta é uma modificação que a própria MakerBot implementou.

Alinhamento do cabeçote
Esta é mais uma manutenção que uma modificação, mas é um problema encontrado com frequência entre donos de MakerBots Replicators. Se seu cabeçote não estiver atingido o final do curso (movendo imprimindo, com ventilador e bicos funcionando), o problema pode estar no sensor de final de curso, a mesa (as barras e polias que suportam a cabeça) podem estar desalinhadas. Existe um vídeo mostrando como fazer esse alinhamento e melhorar a qualidade de sua impressão. 

MakerBot Replicator 2X para PLA
Infelizmente, a MakerBot 2X vem configurada de fábrica apenas para utilizar o ABS, mas com este hack incrível (e avançado, logo difícil), pode-se adaptar a impressora para uso do PLA. http://www.matterhackers.com/articles/how-to-succeed-when-printing-in-pla


10/14/2016

MakerBot Print - iPhonização da impressão 3D

A MakerBot anunciou recentemente, junto com sua família "plus", o novo software de impressão 3D, o MakerBot Print, muito baseado no software que falamos ontem, o GrabCAD Printer. E com quase as mesmas vantagens, um software de interface bonita, com capacidade de abrir nativamente arquivos de praticamente qualquer origem, CATIA, NX, PRO/E, SolidEdge, SolidWorks, STP e IGS, um software que não requer mais o arquivo STL!

O software que incrementa um grande profissionalismo e facilidade de uso tem um contra ponto interessante com o antigo MakerBot Desktop: ele não permite editar parâmetros de impressão! Eu digo, você ainda pode escolher altura da camada, número de contornos e quantos porcentos de preenchimento você quer a peça, mas você esta casado ao material da lista de materiais habilitados. Não é mais possível, em definitivo, fazer Nylon em impressoras MakerBot com este novo software, e isto não é necessariamente algo ruim.

A cada nova versão de impressoras 3D a MakerBot vem, consistentemente, diminuindo as possibilidades aos usuários avançados, fechou o código fonte de seu software, quase eliminou todas as peças impressas de suas impressoras, tirando a chance de manutenção em casa, e de cloná-las, e agora, com o novo software, fecha o setup de impressão, velocidade, altura da camada, temperatura dos extrusores.

Se por um lado isso parece algo negativo, por outro lado, a impressão 3D está cada mais se tornando algo fácil e funcional, quase automático, e acessível à todos os clientes, novos ou avançados, onde o objetivo seja o mesmo, obter peças impressas e só.

Em muitos aspéctos a trajetória da MakerBot está igual ao da Apple, que nasceu com o Apple II como seu carro chefe, e cujo principal apelo era ser uma máquina aberta, com diversos slots para expansão de funcionalidades, e que contrariava diretamente o Jobs, e o inspirou a produzir seus próprios computadores, LISA, MacInstosh, NextOS e o iMac, onde o usuário tivesse cada vez menos chances de alterar o computador, mas ele também tinha menos chances de estragar uma máquina cara, fazendo algo que não entendia, e culpar a tecnologia por sua falha.

Claro que para usuários avançados, ainda teremos a MakerBot 2X e o MakerBot Desktop, atualmente na versão 3.10, disponíveis por um bom tempo, mas devemos prever cada vez mais, impressoras mais fáceis de usar, e ao mesmo tempo, com menos opções de modificação.

10/13/2016

Overthinking: GrabCAD Printer e o custo dos cartuchos da Stratasys


Quando as pessoas me dizem que os cartuchos da Stratasys são muito caros, eu sou em geral, o primeiro à concordar, afinal, não nego, a estratégia da empresa é a de vender impressoras ligeiramente mais baratas que sua concorrência para ter ganhos continuados no cartucho. Sejamos realistas, todas as impressoras 2D têm a mesma estratégia, ganhando mais ou menos, no cartuchinho de tinta à bulk printers.

Mas parte deste valor da Stratasys está na embalagem que acompanha os cartuchos, materiais que vêm embalados à vácuo, com sílica gel, num cartucho anti estática e anti umidade, com um chip EPROM que informa à impressora quanto material esta carregado na máquina e se há material suficiente para a impressão acabar, e há valor nisso, inegavelmente. Tanto que a Stratasys oferece garantia por todo o uso do material, que se estiver bem acondicionado e der problema, você já pode ter usado mais de 90% do cartucho e assim mesmo, o cartucho é trocado.

Outra parte do dinheiro destes cartuchos paga o setor de pesquisa de desenvolvimento, seja para novos materiais, e a Stratasys é líder em super-polímeros (ULTEM, PPSF, PEKK, entre outros), e também paga o desenvolvimento de softwares. A última jóia  da empresa, inclusive, é o GrabCAD.

Com o GrabCAD printer você tem um software capaz de gerenciar múltiplas impressoras, da uPrint à Fortus 250mc, com competência e simplicidade, e mais, pela primeira vez na história da impressão 3D, temos um software que abre nativamente arquivos CATIA, NX, PRO/E, SolidWorks, SolidEdge, SEM PRECISAR GERAR STL, uma das maiores chances de erros nas impressões 3D, STL's mal gerados, e esse problema está resolvido.

Olhando de um outro ângulo, hoje o GrabCAD entrega 20.000 dólares em licenças de visualização de forma totalmente gratuita. Claro que essa gratuidade não vai durar, em breve ou o Insight ou o GrabCAD serão vendidos, mas até lá, olha que retorno que os cartuchos pagos até hoje está lhe dado! Esse benefício todo só é obtido através do valor dos cartuchos da Stratasys, que são sim, mais caros, mas subsidiam uma fortuna em desenvolvimentos.

Um software que ainda permite colocar múltiplas peças na bandeja, algo que nem o Catalyst e o Insight permitiam, que te permite processar múltiplas bandejas de arquivos para gerenciar, e o top do top, um restaurador de arquivos danificados embutido na própria ferramenta!


10/07/2016

Overthinking: Print the Legend - Documentário Netflix


O documentário exclusivamente exibido pelo Netflix mostra o universo da impressão 3D, não desde sua origem, mas desde a origem dos filhos das impressoras 3D, os equipamentos open-source, mais especificamente as máquinas MakerBot e FormLab, respectivamente, derivadas de processos da Stratasys e da 3DSystems.

Da criação numa garagem com três ou quatro funcionários, à revolução de duas empresas que se formaram empresas milionárias, com maior sorte à MakerBot que acabou se fundindo à Stratasys, e deu um salto para uma empresa gigante. Mas o filme também revela a outra face desse salto, a forma como a MakerBot e seu fundador foram mudando, do perfil de uma empresa aberta e acessível, e de software aberto, para uma empresa cada vez mais fechada, corporativa e dando às costas ao mesmo público que a formou.

Afinal, Bre Pattis é um herói ou um vilão? Por que não citar Guardiões da Galáxia e afirmar, a little bit of both?

Bre Pattis, o rosto por trás da MakerBot é um herói, pelo seu entusiasmos contagiante e cativante, e a forma como fez da empresa algo que saiu de uma garagem para as capas da Wired, Times, Fox e tantos outros canais, ele foi pessoalmente, um dos maiores divulgadores da impressão 3D e da revolução que ela permite. Uniu uma comunidade ao redor da empresa e a viu crescer como marca, além do próprio produto, a MakerBot logo era uma filosofia de trabalho.

Mas o que o faz vilão foi dar as costas à comunidade Open-Source, sem devolver o conteúdo que eles ajudaram a criar, e fechar o software, o hardware e cada vez mais, encapsular a impressão 3D num processo gerenciado de ponta a ponta pela empresa. A venda da startup para uma multinacional, a mudança de postura com a filosofia de software e suas impressoras cada vez mais bonitas e também mais caras e mais limitadas soaram como uma Apple-dificação da empresa. E por isso a comunidade não o perdoa.

Agora, num olhar externo, Bre sabia que a única forma da sua empresa sair do status de moda de verão e passar a ser algo permanente, além dele próprio, era tornando o hobby uma empresa de verdade, com processos gerenciais, com lucros tangíveis, com possibilidades de novos negócios, e quando ele chegou a essa encruzilhada, manter-se na hype ou virar algo permanente, através do amparo de ter uma empresa por trás, ele tomou a decisão corporativa, e na minha humilde visão, fez certo.

Aqui no Brasil nós tivemos nossa própria de MakerBot, a empresa Metamáquina, criada por pessoas idealistas, com foco no software aberto, focada numa máquina barata e que fosse totalmente aberta, e a empresa não deu tão certo...

Software complexo, hardware frágil e difícil de calibrar ao usuário leigo, a máquina colecionou mais desavenças que fãs, entre o grande público, afinal, para os novatos no mercado, a oferta era tentadora, uma impressora 3D nacional, barata, com suporte e fabricação aqui... Os fundadores chegaram a ir ao The Noite com o Danilo Gentille falar da máquina...


Mas ao se depararem com a máquina, eles não queriam a bagagem filosófica, eles queriam usar  a impressora e pronto. Ainda houveram outros problemas, como uma demanda maior que a oferta, atrasos, dificuldade em criar um serviço de suporte ao usuário, e uma exclente ideia e produto, acabaram por esfriar. E o resultado, a empresa se converteu numa empresa de serviços e está estudando como voltar ao mercado. Ainda vendem algo aqui e serviços ali.

Talvez, se a Bre Pattis tivesse mantido sua filosofia de ser uma empresa de se trabalhar de bermuda, com software aberto e uma política igual à de sua fundação, a MakerBot teria tido o mesmo fim que a Metamaquina?

E você? Viu o filme/documentário? Para você, Bre Pattis é herói ou vilão?


10/04/2016

Dispositivos Impressos - Inventário Digital

Nosso workshop de otimização topológica para dispositivos impressos não poderia ter sido mais surpreendente, até mesmo para mim, que desenhei e otimizei o dispositivo.

Ao observar as imagens ao lado, vemos o quanto um dispositivo pode ser aliviado de carga, massa, e resistir aos mesmos ou mais esforços que a usinagem em geral. Mas claro, vá a um centro d usinagem e peça para alguém usinar as peças ao lado, e prepare-se para receber uma vassourada na cabeça.

A impressão 3D dá uma liberdade única para geometrias, capaz de produzir as peças mais simples com um design incrível, com uma funcionalidade única e essa nem sequer é a única vantagem.

A impressão 3D abre as portas para o conceito de Inventário Digital, um conceito que já abordei aqui no blog várias e várias vezes, e vou falar o tempo que for preciso para a indústria brasileira dar esse passo. São três as vantagens principais do inventário digital:

1) Não requer cotações externas. Você sabe, o processo de cotar um dispositivo usinado externo leva no mínimo três cotações, que leva a três reuniões, com três fornecedores diferentes. O que você gosta mais e o que ganha em compras quase nunca são os mesmos, ai vem mais uma reunião para aparar arestas e arredondar o dispositivo e finalmente, uma ou duas semanas depois da compra, e três ou quatro semanas depois do início, se obtém um dispositivo que às vezes funciona na primeira vez. Com a impressão 3D não há necessidade de nada disso. Crie um paralelepípedo, subtraia sua peça desse paralelepípedo e então imprima a forma resultando, ela já é o dispositivo.

2) Não requer estoque de dispositivos fora de uso. As peças impressão são feitas da noite para o dia, tornando fácil a produção, e claro, a reprodução dos dispositivos. O que libera espaço da fábrica de dispositivos que podem voltar a ser úteis um dia, mas que não há uma previsão certa de quando. Mais espaço na fábrica representa duas coisas: mais espaço produtivo e menor espaço de materiais imobilizados, com ativos, patrominiados e em depreciação, logo, mais dinheiro no bolso.

3) O inventário digital é atemporal, você pode estocar um dispositivo inteiro e complexo num pendrive e produzí-lo amanhã, daqui um mês ou daqui 100 anos. A precisão e a repetibilidade da impressora garantem que sempre será produzido o mesmo dispositivo.

Para ver um caso de sucesso, veja o vídeo da Opel:


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