3/31/2016

Momento Jabá Absurdo

Clique para comprar!

Vender o livro é uma forma que encontrei de financiar as pesquisas que faço. É o PLA extra que compro para produzir peças para aqueles que trabalham comigo e meus amigos, é a caneta 3D para prestar melhor serviço pela LWT Sistemas ou para demonstrar nos eventos, é para pagar os livros sobre o tema, a maior importados, para me manter atualizado.

O livro também nasceu de um interesse e com uma motivação muito mais nobre, foi um trabalho que fiz para a FATEC-SP, que depois acrescentei, aqui e ali, artigos e textos que produzi por separado. Como livro, não é uma coisa muito uniforme, mas é uma composição de uma série de drops de saberes, que me permitiram colocar tudo num lugar só.

Se você já comprou e leu, quer deixar uma resenha aqui? Aceito também sugestões por email, para uma nova edição.

Para comprar o livro, acesse: https://www.amazon.com.br/Prototipagem-R%C3%A1pida-Emanuel-Campos-ebook/dp/B005METKB4/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1459424608&sr=8-1&keywords=prototipagem+r%C3%A1pida

3/30/2016

Encontro de impressoras 3D Nacionais de Hortolândia


Sei que os posts dessa semana já estão parecendo a seção de avisos de feiras do Globo Rural, mas temos muitos eventos acontecendo, e quanto mais, melhor, e nunca é demais divulgá-los!

Hortolândia recebe o encontro de impressoras nacionais em sua cidade, em pleno feriadão de 1° de maio, assim, não há desculpa para não ir, por que é feriado, e não há desculpa de perder o feriadão, por que é domingo, e assim, levanta do sofá e vai nos encontrar lá, será divertido!

Clique aqui para saber mais!

3/29/2016

Palestra na FATEC ZL hoje


É hoje a nossa palestra na FATEC da Zona Leste! Nossa chance de discutir o que é impressão 3D, quais os rumos da tecnologia e quais suas aplicações. Será que ela roubará o lugar das injetoras? Ou acelerará o processo de injeção, agregando custos mais baixos? Venha conferir!

Gostaria de aproveitar para pontuar algumas diferenças entre os plásticos de impressão 3D e os plásticos injetados, e para isso uma observação, a comparação para ser realmente abrangente, deveria cobrir os plásticos de todas as formas de impressoras 3D, mas vamos nos focar nas formas mais populares de impressão 3D, a impressora de filamentos, FDM - Fused Deposition Modeling, ou FOSS, Free open-source system, PJP - Plastic Jet Printing (não faltam nomes).

A principal diferença avaliando uma peça impressa e uma peça injetada, logo de cara, é a estrutra da peça, peça injetadas são isotrópicas, possuem a mesma resistência mecânica em qualquer ângulo que a força atue. Peça impressas, devido a processo de deposição em camadas, já não são isotrópicas, elas possuem 90% da resistência da peça injeta, se a força ocorrer no sentido das camadas (imaginem que um gancho, para levantar carga, impresso deitado sobre a mesa da impressora, onde todo o contorno do gancho é desenhado sobre a mesa, e depois preenchido.

Se a força ocorrer perpendicular ao modelo, nesse caso a resistência mecânica será de apenas de 70% do modelo. Da mesma forma, se a força for de compressão, e for perpendicular aos layers da peça, ainda assim a resistência mecânica será apenas de 80% da peça injetada.

Mas a impressão 3D também tem vantagens sobre o processo de inejeção, logo de cara, peças para baixa tiragem e demanda, não requerem molde para serem injetadas, pode-se fazer impressa uma a uma, e ainda assim será mais barato que tentar amortizar um pesado e caro molde em um grupo de poucas centenas de peças.

Peças injetadas também não precisam se preocupar com chupagem, união fria, falta de preenchimento e paredes mínimas, ou ainda ângulos negativos, pois a liberdade de geometria é muito maior para impressão 3D'principalmente se sua impressora tiver o recurso de suporte solúvel. Nesse caso, a liberdade é ainda maior.

Obrigado especial ao Francoleno Avelino dos Santos, por viabilizar estas palestras e nossos encontros! Igualmente ao Prof° e Mestre Lucio, coordenador do curso de plásticos, e à LWT Sistemas, por propiciar o profissional, a impressora e o tempo!


3/24/2016

Redetec - recicle seus filamentos usados


RedeTec tem tudo para se tornar a vedete do mercado brasileiro de impressoras 3D open-source, impressoras que utilizem filamento aberto, sem ePROM e sem cartucho. E esse é mais um projeto fundado, patrocinado pelo Kickstarter.

O princípio é muito simples, uma máquina que é capaz de moer plásticos utilizados, seja como suporte, ou peças velhas, quebradas, e ao aquecê-los já é capaz de produzir um filamento extrudado  em 1,75 ou 3 mm de espessura, tornando-o compatível com praticamente todas as impressoras do mercado.

O produto custa 700 dólares, e é extremamente portátil e capaz de carregá-lo para qualquer lado, e muito fácil de operar. Claro que com 100% de taxa de importação e um dólar de 4 para 1, o custo brasil é de R$ 5.600,00 sem nenhuma taxa de lucro. Pode-se estimar que esse equipamento chegue ao Brasil facilmente por R$ 7.000,00. Com cartuchos à R$ 100,00 na filamentos 3d brasil, e uma taxa de suporte, sobras e perdas de 20%, à partir de 350 cartuchos a máquina se pagaria.

Se você gostou da iniciativa, veja a página do fabricante aqui: http://www.redetec.com/product/ e o vídeo do processo aqui, ou clique abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=3-EY8I_XonY


3/23/2016

TIKO - Impressora 3D monobloco


Tiko é uma iimpressora financiada pelo Kickstarter, um site gringo para financiamento coletivo, equivalente ao nosso Catarse, que é maneiro, mas a versão brasileira peca pela entrega dos produtos, ao menos, os que eu suportei. Mas eu estou tergiversando.

A Tiko é uma impresso feita em monobloco, para facilitar a montagem, transporte e descartar a necessidade de calibrações adicionais. Capaz de atuar com PLA e ABS, a impressora tem como objetivo ser simples e portátil. Até o rolo de material fica dentro do corpo da impressora, como forma de mantê-la o mais compacta possível. Detalhe, o projeto prevê que a impressora custe no máximo 139 dólares! Seria a mais leve e mais portátil e mais barata impressora 3D do mercado!

Acesse o forum do grupo para saber mais da impressora: https://tiko3d.com/forum/ e a página da impressora: http://tiko3d.com

Para saber mais do projeto, veja o vídeo abaixo, ou clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=uk-l7jfWVoI




3/22/2016

The Palette - FDM à cores

 clique para conhecer

Um das grandes birras do pessoal de impressão por filamento, seja FDM Stratasys ou FOSS (ou FFF) como MakerBot, Ultimaker, Metamaquina, Cliver ou qualquer uma que seja da RepRap.org, é que a impressão à filamentos não dá a opção de cores.

Para solucionar esse problema, uma empresa está apresentando a Palette, uma adaptação para adequar a impressora 3D para atuar com até 4 cores simultânea! O recurso é interessante, e nem é tão caro assim o acessório. Tomara que chegue logo ao país! Para saber mais veja o vídeo abaixo, ou clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=z7u_pS58TWY




3/18/2016

Stratasys lança novo material: ESD-PEKK


Em seu mais recente lançamento a Stratasys nos apresenta seu novo material linha dura, pau para toda obra, e de nome bastante longo e complicado: polieteretercetona de dissipação eletro-estática. Apesar do nome longo, não é difícil imaginar o que esse material nos apresenta.

Em síntese, ele une as resistência a tenacidade do ULTEM, um plástico que eu já brinco que deveria se chamar de "plástico de Deus", pois tem 4 vezes a resistência do Policarbonato, com o dobro da tensão de elasticidade, com resistência a abrasão química, resistência a luz UV, propriedades mecânicas conservadas de -55°C à 155°C, e se for aquecido além dos 435°C que resiste, não gera chamas, nem fumaça e nem vapores tóxicos. Não por acaso o ULTEM já é utilizado em companhias de fabricação aeronáutica como plástico que vai direto da impressora para sua aplicação final.

Agora somaram à essa maravilha a capacidade de dissipação eletro-estática, que lhe permite montar em componentes eletrônicos, sem geração de campo estático, que poderia interferir no funcionamento desses mesmos componentes... Para quem não sabe, plásticos têm a tendência a absorver elétrons soltos com facilidade, para aqueles que ainda têm cabelos (eu tenho poucos), esfregue uma bexiga de aniversário no cabelo por alguns instantes e depois aproxime a mesma de pedacinhos de papel. O resultado é a alegria da festa das crianças...

Esse novo plástico é linha dura, e estará disponível para as máquinas que já têm capacidade de lidar com o ULTEM, como podem imaginar, é um plástico bastante difícil de fundir, e que necessita impressoras capazes de atingir altíssimas temperaturas, como a FORTUS 450mc e a FORTUS 900mc.

Para saber mais acesse o site da desenvolvedora: http://www.stratasys.com/resources/white-papers/esd-pekk (e lembre-se, eu trabalho na LWT Sistemas, se quiser solicitar uma visita!)

3/17/2016

Slic3r - o software gerador de G-Code para Open-Source



O projeto Slic3r nasceu em 2011 no seio da comunidade RepRap como um esforço para fornecer a tecnologia de impressão 3D em crescimento, com um conjunto de ferramentas aberta e flexível. O código e os algoritmos Arthe projeto Slic3r nasceu em 2011 no seio da comunidade RepRap como um esforço para fornecer a tecnologia de impressão 3D em crescimento, com um conjunto de ferramentas aberta e flexível. O código e os algoritmos não se baseiam em qualquer outro trabalho anterior.

Legibilidade e manutenção do código estão entre os objetivos do projeto. Slic3r, sendo um verdadeiro projeto comunitário sem fins lucrativos, permitiu que a comunidade de experimentar com várias novas características originais que se tornaram comuns depois disso, como vários extrusoras, brim, micro estratificação, detecção ponte, linha de corte de comando, alturas da camada de variáveis, a impressão sequencial ( um objeto em tempo), enchimento favo de mel, de corte de malha, dividindo objeto em partes, o apoio AMF, evite perímetros cruzamento, larguras de extrusão distintas, e muito mais.

Todos esses recursos foram introduzidos pela primeira vez em Slic3r e são agora parte do software comercial para fora there.e não baseado em qualquer outro trabalho anterior. Legibilidade e manutenção do código estão entre os objetivos do projeto. Slic3r, sendo um verdadeiro projeto comunitário sem fins lucrativos, permitiu que a comunidade de experimentar com várias novas características originais que se tornaram comuns depois extrusoras, borda, microlayering, detecção de ponte, de linha de comando de corte, a altura da camada de variáveis, impressão sequencial, tais como múltiplos (um objeto em tempo), enchimento favo de mel, de corte de malha, dividindo objeto em partes, o apoio AMF, evite perímetros cruzamento, larguras de extrusão distintas, e muito mais. Todos esses recursos foram introduzidos pela primeira vez em Slic3r e são agora parte do software comercial lá fora.

Para conhecer mais da solução ou fazer download do produto, acesse: http://slic3r.org/about

3/16/2016

Usando o scanner 3D da MakerBot


Usar o scanner 3D da MakerBot não é trivial, mas não é impossível. Ele é sim um sistema bastante simples baseado em luz branca e laser para compor a imagem em STL à partir de um objeto de no máximo 200x200x200 (na verdade é 200 de diâmetro por 200 de altura).

Para entender o princípio: uma mesa giratória irá rotacionar o objeto em frente a uma câmera, que fará ao longo de 12 minutos 800 fotos do objeto. Estas fotos serão então combinadas para formar o objeto 3D. Para dar profundidade e textura ao objeto, dois sensores lasers nas laterais do aparelho se revesam para captar os variações na altura de até 0,5mm para cima ou para baixo.

Mas o mais importante no processo é a iluminação, nem tão fraca que a câmera não pegue, e nem tão clara que crie brilhos que a câmera capte como se fossem parte da geometria. O próprio vídeo curso do scanner nos mostra um local lindo e iluminado, até a hora que o processo de scanner começa, nessmo momento, como a foto acima demonstra, a luz é mínima, digna de uma sala de revelação fotográfica, o antigamente chamado, quarto escuro.

Para ver a aula e entender um pouco mais do processo, clique no link ou veja o vídeo abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=AYq5n7jwe40


3/15/2016

A pirâmide de Maslow

Por sempre citar a pirâmide de Maslow em minhas apresentações, decidi fazer um post breve sobre o tema no blog, para complementar o assunto. Ela é importante por identificar os crescentes nichos de mercado e como a produção convencional não dará conta de atender a um público cada vez mais diversificado.

A pirâmide de Maslow é um gráfico desenvolvido por um pesquisador no passado, para indicar o grau de satisfação/realização pessoal que alguém se encontra consigo mesmo e como isso se manifesta na sociedade.

Na base da pirâmide estão as necessidades fundamentais, abrigo, comida, água, WiFi. Basicamente as necessidades fisiológicas.

Em determinado momento, vêm as satisfações pessoais, atingir certo padrão diante da família e amigos, a chamada sociedade cercana. E depois o mesmo na sociedade espandida, como amigos do trabalho, vizinhos e conhecidos.

Nessa etapa, começam as compras. É quando a pessoa passa buscar produtos que não apenas satisfaçam uma necessidade, mas que também traduzam uma preferência pessoal, uma assinatura de caracter, coisas quer vão de uma capinha de celular com o time do coração estampada, a até um carro customizado ao gosto do dono.

Se alinharmos isso ao fato que a raça humana, acredite ou não, vive seu momento mais pacífico de sua história ( hoje em 1916 estavamos com a primeira guerra pairando sobre nós), nós podemos entender o potencial de mercados de nixo que podem surgir. Não por acaso capinhas de celular é um dos negócios mais presentes em diversos shoppings, e carros/PC's/Laptop customizados é um negócio que tem revistas próprias sobre o tema.

É nesse momento que a Impressora 3D surge para atender essa nova demanda. Um mercado de púlverização dos produtos de nicho, um mercado que sairia muito caro pelos métodos convencionais de fabricação, mas cuja aliança de 3 fatores ao redor das impressoras 3D as tornam as melhores soluções possíveis: maior velocidade de impressão, menor preço dos equipamentos e maior durabilidade das matérias primas impressas...

3/14/2016

3o Insight 3D printing Brasil está chegando!


Up-date: a inscrição de acesso à feira apenas é grátis quando feita antecipadamente. Na hora, na portaria, custará 75 reais! Aproveite e já garanta sua entrada (e fale no campo "como soube da feira" que você leu aqui! ;) Para credenciamento clique aqui: http://www.i-techhouse.com.br/CredenciamentoModulo/default.aspx?keycode=423a8e0a-3a70-4403-8a08-ac5738519b2e&lang=P

O terceiro ano do Insight 3D Printing, a maior, melhor e única feira dedica à impressão 3D (e logo à 4D também) esta chegando ao Brasil, e irá ocorrer no início de abril de 2016! Mas o que mudou entre e as três edições da feira.

Se por um lado, as tecnologias em si ainda são bastante semelhantes, tivemos novos materiais, é verdade, tivemos máquinas com mais materiais também, é verdade, softwares novos estão surgindo de outros mercados, como o lançamento da suíte Adobe for Criative Designers, por outro lado o Brasil em si é o que mais mudou.

A primeira edição da feira, ocorria em 2014, com um dólar de 1,60, onde questionava-se e evangelizava-se sobre a necessidade da impressão 3D para acelerar o mercado criativo e industrial. Soluções da impressora para indústria surgiam, como inventário digital, dispositivos impressos e o barateamento das impressoras.

O segundo ano ocorreu em meio à incertezas econômicas, com um dólar de 2,40, e um mercado com receio de investimentos em áreas não essenciais, como se desenvolvimento e diminuição de custos pudessem ser não essenciais. Mas assim mesmo, ocorreu.

Esse terceiro evento chega com um dólar a 4 reais, e um dos momentos mais conturbados da economia do país. As impressoras 3D estão tão caras hoje para o poder aquisitivo brasileiro, como estavam em meio às incertezas de 2006, mas diferente daquele momento, hoje elas são mais necessárias do que nunca.

O Brasil tem perdido muitas vagas de trabalho para empresas que terceirizaram suas produções para a China, porém, itens de baixo valor agregado, com o dólar como está, ficaram totalmente fora de combate, dando chance ao mercado nacional voltar a crescer, assim, se por um lado a impressora 3D nunca custou tanto, por outro, seus ganhos nunca puderam ser tão perceptivos no dia a dia do nosso mercado.

Convém lembrar que até mesmo que já tem produção nacional tem uma centena de custos que também estão vinculado ao dólar, das ferramentas dos centros de usinagem, a matéria prima do protótipos usinados (cibatool, clay, PA66), e neste cenário, para se ter escala e preços, a produção nacional nunca foi tão relevante.

Com isso em mente, não é difícil imaginar a importância da feira deste ano, e da importância de comparecer à feira e ver todas as novidades e forma de incorporar a impressão 3D na sua indústria, mesmo que seja só uma planta de fabricação e nenhum projeto seja feito internamente, assim mesmo a impressora 3D pode trazer grandes reduções em custos e em tempo.

Nos vemos por lá, então?

3/11/2016

Customização Extrema com impressoras 3D


Um novo mercado que vem crescendo lá fora com a impressora 3D é a customização extrema, mas não apenas de artigos e peças para aviões, carros, caminhões e motos, é o mercado de brinquedos customizados.

Com as febres de brinquedos e filmes sendo cada vez mais passageiras, e o momento de recuperação financeira longe, mundialmente, daquilo que os baby boomers viveram nos anos de 1950 nos Estados Unidos, não há como negar, precisamos estender a vida útil de brinquedos, ou morreremos todos pobres, e nada melhor para isso que a impressora 3D. Ela não apenas nos permite criar do zero, brinquedos para qualquer fase que seja de nossos filhos (o PLA é compatível com comida, biodegradável, e com exceção dos riscos de engasgar nas crianças, pequenas peças podem entrar e sair do sistema digestivo sem maiores danos, mas claro, não estou falando que podemos ou devemos fazer isso, ok? Apenas não é tóxico!).

Um dos mercados que já começou a se beneficiar dessa nova alternativa foi o das pistolas de espumas, infelizmente proibidas no Brasil por hora, as NERFS. (que sempre me fazem lembrar de NERDS com esse nome).

O artigo completo pode ser encontrado na página da Makers norte americana (e em inglês), mas convém lembrar, que não apenas as NERFS estão proibidas no país, como aqui também é proibido reproduzir qualquer forma de réplicas de armas de fogo, não importa o quanto as cores e a geometria sejam diferentes. Se parece uma arma de fogo, é proibido produzir aqui...

Para acessar o artigo original na íntegra: http://makezine.com/2016/03/02/how-modding-nerf-blasters-became-3d-printing-business/

3/10/2016

Crise ou falta de preparo?



Este post não tem viés político. Vamos colocar isso em primeiro lugar. Em segundo lugar, como falei ontem, o país esta enfrentando uma recessão e isso também não esta em julgamento aqui. A indústria automotiva, a construção civil estão sim, enfrentando alguns dos seus piores anos históricos e o Brasil voltou a números, PIB, desemprego, valor do Real em relação do dólar, nos valores de 2002, em outras palavras, retrocedemos.

Mas recentemente, deve um mês, que a página Spotniks publicou sobre o fechamento de grandes empresas no país com certo alarde e um inevitável tom político. Pois bem, nem tudo é só política por aqui.

Dentre as empresas que estão listadas, posso comentar sobre aquelas vinculadas ao mercado automotivo e de bens de consumo. Empresas que tiveram anos de IPI reduzido, que tiveram uma explosão de vendas com os anos iniciais do governo Lula quando nunca se vendeu tanto carro e geladeira, empresas que tiveram todas as oportunidades do mundo de se modernizarem, mas que mesmo nos dias de hoje, ou antes de fecharem, visita-las era uma visita ao passado, uma repartição pública com luzes apagadas e móveis da década de 60 e computadores antigos. 

Empresas para quais apresentei produtos de inovação, o PLM (Product life-cycle Management), as impressoras 3D, e seus ganhos e benefícios para a produção. Empresas que ofertamos todas as formas de aquisição, aluguel, prestação de serviços, mas das quais, raramente passávamos da primeira reunião, de uma cotação ou duas sem respostas. 

Não sei julgar por que optaram por não adotar medidas para aproveitar todo o lucro dos período de bonansa para quando os ventos abrandacem, e não estou aqui para fazer isso, o que eu sei, é que essas empresas deliberadamente não criaram preparativos para quando o IPI reduzido foi retirado, e nem para quando as vendas começaram a cair.

Com a certeza que soluções de PLM eram muito caras, e que impressoras 3D desnecessárias (mesmo quando o dólar estava a R$ 1,60), estas empresas foram até o final dos seus dias com um parque CAD misto, com processos manuais de validação de conceitos e processos, e nunca, nunca aceitaram fazer um piloto, uma prova de conceito ou mesmo compraram uma prestação de serviço sem que chorassem e expremessem ao máximo o fornecedor, ao ponto de inviabilizar empresas prestadoras de ponta de prestarem seus serviços, relegando a tarefa a empresas menos capacitadas ou grandes empresas a usarem mão de obra menos capazes, sempre com o conhecimento e aceitação dos clientes.

A questão é reclamar da China e da Crise é de graça. Investir custa dinheiro.

Mais cedo ou mais tarde o país vai sair da crise. O Japão sobreviveu a duas bombas atômicas, a Alemanha a duas guerras, os Estados Unidos à grande depressão. A Argentina está se recuperando do Default Técnico das suas dívidas. Nós também vamos sair da crise. Mas quem vai sobreviver? A verdade é que sobreviverão aqueles que investiram e se preparam durante a bonança, e isso é fato. O resto é a caça de culpados por aqueles que de fato fizeram tudo errado. 

3/09/2016

Do sucateamento do mercado eletrônico


Quem viveu uma vida consciente, à partir do ano de 2001 viu a queda da Argentina, viu a transformação de um dos países mais avançados economicamente da América Latina num país falido. Claro que a transformação não foi do dia para a noite. Ainda em 2006 quando fui para lá pela primeira vez, o país ainda tinha belíssimas Apple Store (a de Porto Madero era mais barata que qualquer loja do Brasil). Eles tinham ainda uma Palm Store!

Mas vagarosamente, os lançamentos foram parando de chegar ao país, conforme o país empobrecia, aparelhos cada vez mais baratos eram os lançamentos, e logo as lojas próprias sumiram, dando lugar a um mercado de usados, e um restrito mercado de importados. Até o sucateamento total da tecnologia do país. Veja bem, eles ainda tem mais pontos de WiFi que o nosso país, em bares, restaurantes e até mesmo em lugares públicos, e raramente eles estão sem funcionar, bastante diferente de nosso país, que onde tem, não funciona.

Mas o que vivemos agora, no início de 2006 não deixa de ser preocupante. Estamos vendo um Brasil que tem um crescimento acelerado do mercado de usados, lojas tradicionais da WEB estão lançando suas páginas de usados. Estamos vendo que a recente MWC que aconteceu em Barcelona, e apresentou um sem fim de lançamentos, e nenhum, nenhum deles, com data de lançamento no Brasil.

O mercado de bens de consumo de alto e médio valor é um dos termômetros mais importantes de um país, pois ele revela o poder aquisitivo da nação e o grau de investimento do povo. Geralmente o primeiro a ser atingido são os produtos de alto valor, como automóveis, linha branca e bens de consumo pessoais. Pois aqui estamos, no terceiro estágio de um empobrecimento no nosso poder de compra. 

Isso é um problema mais grave do que parece, contudo. Nosso país tem seu acesso à internet prioritariamente por dispositivos móveis. Foi um salto no processo de alfabetização digital conseguido graças ao momento econômico do nosso país no passado, alinhado à Lei do Bem, que barateava produtos feitos no país, e alinhada com alta demanda do mercado, que trazia mais empresas para o país e puxava os preços para baixo.

Hoje, esse encarecimento do mercado de consumo não apenas priva a maioria da população do acesso à internet através de dispositivos baratos, mas priva o povo de informação, de saber. Enquanto o Facebook busca ofertar internet grátis ao redor do mundo, e o Google tem o projeto de internet para todos, o Brasil, com menos empresas no setor, faz o oposto, leva o conceito de limite de banda da rede móvel para a rede física, encarece seus planos alegando custos de amplianção da estrutura, enquanto sabemos na prática e por depoimentos de quem já saiu do país que temos uma das piores coberturas de rede do mundo (e mais caras).

Quando o preço dos aparelhos celulares e tablets sobe, vemos alguns celebrando que a classe rica esta"chorando por que não podem ter o novo iPhone", mas esquecemos do quanto esses termometros são ruins, especialmente para quem esta mais embaixo da escala aquisitiva.

Já ano que vem, o Whatsapp deixa de dar suporte ao Android 2.0, 2.1, 2,2, Windows Phone 7, todos os blackberry e todos os Symbian S40 e S60. Uma parcela enorme da população vai perder uma ferramenta tremenda de comunicação, sem poder trocar de telefone, mas rindo dos ricos que ficaram sem iPhone 6. A Microsoft através de seu agente autorizado anunciou o fechamento de 27 lojas próprias, numa época que o resto do mundo vê uma expanção sem precedentes da marca.

No final do dia, é de se pensar, a quem interessa que a internet e os meios de comunicação em massa e não auditados sejam cada vez mais difíceis de se acessar... 

3/08/2016

MIT criou o melhor scanner 3d do mundo


Através de uma fita, repleta de sensores, o pessoal do MIT conseguiu criar o melhor scanner 3D do mundo, capaz de pegar o contorno de qualquer objeto que for sobreposto por ela.

O artigo original, e em inglês, pode ser achado aqui, mas veja o vídeo, que você já vai entender:

https://youtu.be/b-EV-LL3X8s



3/04/2016

Uma forma de educação STEAM no Brasil


Educação STEM se referece às áreas do conhecimento da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. STEAM incorpora a essa premissa a Arte, reconhecendo que para o sucesso técnico em campo, os indivíduos também devem ser criativos e usar habilidades críticas pensadas que são melhor desenvolvidas através da exposição a arte. As iniciativas STEAM em programas de pós aula ou férias de verão visam encorajar e preparar os jovens de hoje para as carreiras de amanhã.

Existem diversos guias e roteiros desenvolvidos por profissionais de ponta de como adicionar essas práticas em seus processos e projetos educacionais, com qualidade, suporte e metodologia.

São exemplos dessas instituições:

- Frontier in Urban Science Exploration (FUSE)
- Generate Some STEAM in Afterschool

E aqui no Brasil, embora STEAM e FabLab não tenham relação direta, gostaria de recomendar os trabalhos que o Cavaline vem desenvolvendo com seus cursos Makers, um trabalho que brilha não apenas pelo pioneirismo no pais, como também por sua qualidade acertiva (não por acaso ele jã come corrigiu aqui no blog umas tantas vezes).

Para acompanhar e conhecer mais do trabalho dele, visite: http://makers.net.br

Um exemplo do trabalho STEAM que a Makers realizada é o acampamento de férias para crianças de 9 à 13 anos (e que honestamente, eu também gostaria de ir), integrando modelagem 3D, Arduino, Raspiberry, Impressora 3D, num curso de 5 manhãs: http://makers.net.br/produto/curso-de-ferias/

Texto traduzido de: http://www.primetimepbc.org/steam-initiative#1

3/03/2016

Simplify - Software de Fatiamento 3D Multiplataforma


Simplify3D é um software de processamento 3D voltado para impressoras diversas, incluindo até mesmo as MakerBots, e com todas as impressoras Open-Source do mercado praticamente. Uma opção paga aos softwares como SliceR e ReplicatorG e Skeinforge, esse software tem como função simplificar a gestão e impressão 3D, com uma interface mais simples, multiplataforma e bibliotecas atualizadas dessas impressoras.

Como as próprias imagens do software sugerem, a melhor faceta desse produto é a mistura de materiais, sem ter que editar ou remodelar peças únicas em STL, facilitar a geração de suporte e melhor gestão dos pequenos detalhes, como temperatura de extrusor e velocidades de avanço, para ajudá-lo a atingir resultados profissionais com impressoras FOSS (Free Open-Source Systems).

Para ver um review e demonstração do produto (em inglês), acesse: https://www.youtube.com/watch?v=D968RL1Z6l4

A dica veio do Ricardo, da Realize3D, um bureau de impressão 3D que você pode entrar em contato através do email: ricardo@realize3d.com.br e do site: http://www.realize3d.com.br


3/02/2016

STEAM no Por-favor-toque-as-peças-Museu


STEAM, Impressoras 3D na educação, modelagem de aplicativos por conectores e peças de código que parecem quebra-cabeças, centenas de termos de educação que são muito bonitos e novos, mas que em realidade nós já estávamos fazendo certo aqui no Brasil, só falta incorporar as novidades.

Quem é de São Paulo já deve ter ouvido falar do museu Estação Ciência na Lapa, um local onde todas as peças expostas são interativas, com aprendizado envolvido, e com muita diversão para a criançada. Um local que você pode aprender sobre eletricidade, sistema solar, o corpo humano e tudo de forma divertida.

 Clique para ver o site

Na realidade, o termo STEAM é muito bacana, e espero que agora que ele tem uma filosofia por trás, isso deixe de ser uma iniciativa isolada e passe a fazer parte da vida e da iniciativa de mais escolas, centros de formação, reconhecidos ou não pelo MEC, mas que o conhecimento, que é mais importante, ganhe novas formas de ser propagada.

Visite o site da Estação Ciência, e se puder, vá lá, é divertido! http://prceu.usp.br/centro/estacao-ciencia/

3/01/2016

PrinterShop - a forma mais fácil de imprimir em 3D


Para aqueles que não querem aprender a modelar em 3D, mas sonham com uma impressora 3D, existem diversas formas de fazê-lo acontecer.

A própria impressora 3D tem diversos modelos em sua memória. Para modelos mais customizados existem sites como Thingiverse.com e GrabCAD.com, que possuem um repositório vastíssimo de modelos 3D, para fazer de novelinhas StopMotion à figuração de cenas e experiências. Existe ainda o aplicativo 123D da Autodesk, para smartphones, que funciona como um Scanner 3D, bastante bacana, que associado ao MeshMixer, te capacita a tirar uma cópia digital de um item qualquer, e editá-lo.

Mas para quem quer algo realmente personalizado, existe o PrinterShop, para iPad, da MakerBot. Esse software é capaz de pegar qualquer desenho 2D que você faça numa folha de papel e estrudá-lo, isso é, aplicar uma espessura e produzir em 3D aquele contorno, ou sólido, ou até mesmo com detalhes, como o simpático dinossauro acima.

Esse aplicativo tem uma curva zero de aprendizagem e só requer um iPad. Para editar, salvar ou baixar seus modelos, até para imprimir em outras impressoras além da própria MakerBot, basta baixar e instalar o MakerBot Desktop, logar na sua conta e acessar sua biblioteca, lá estarão, já em STL, todos os produtos de sua obra de arte!

Simples, fácil e rápido, não é mesmo? Para acessar o software, acesse: https://itunes.apple.com/us/app/makerbot-printshop/id884304128?mt=8

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