1/29/2016

Livro Impressoras 3D - garanta o seu!

 Clique para comprar!

E meu livro de impressoras 3D continua à venda! Confira, se não comprou ainda. Nele você encontra uma análise das principais impressoras 3D, aplicações em diversos mercados, um comparativo entre as tecnologias com relação a acabamento, resistência mecânica e facilidade de retrabalho (pintura, polimento, estas coisas).

Nesse livro você encontra ainda uma análise do software ReplicatorG, pai e mãe dos softwares Open-Source, um help usando o Blender, para reparar arquivos 3D, e algumas histórias pessoais! Já tem o livro? O que você achou? Deixe ai nos comentários suas críticas (construtivas) e dicas para a próxima edição!

Você pode comprar o livro em:

Amazon: http://www.amazon.com.br/Prototipagem-R%C3%A1pida-Emanuel-Campos-ebook/dp/B005METKB4/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1453077007&sr=8-1&keywords=emanuel+campos
GooglePlay: https://play.google.com/store/books/details/Luiz_Emanuel_S_M_Campos_Impressoras_3_D?id=rnVMBQAAQBAJ
Clube de autores: https://www.clubedeautores.com.br/book/40310--Impressoras_3D#.Vpwy3BgrK-U

E em breve no iTunes Store.

1/28/2016

Impressoras 3D em tempos de crise


É fato que cada vez que chamo à uma empresa para falar de impressoras 3D (ou software CATIA) eu ouço uma de duas respostas em 50% do tempo: 1) hoje não que não tenho como pagar o café, com essa crise, ou 2) hoje não que não tenho cinco minutos com a correria atual.

E é fato que o mundo não se importa com nossa crise ou com nossa bonança. Eles têm o rítmo deles e é só. A China foi, de novo, um dos maiores compradores de impressoras 3D do mundo, a economia deles, segundo eles, está em crise, crescendo menos de 10% pelo segundo ano seguido. E sem um único produto original!

A Europa está em crise, mas os países europeus são os maiores compradores de impressoras 3D do mundo, e das grandes! Só a Volkswagen na Europa tem mais de 86 impressoras segundo um último senso, ao longo de diversas fábricas e escritórios diretos e indiretos de design. A Opell economizou uma fortuna na linha produtiva usando impressoras 3D.

São fatos que o dólar vai continuar variando, que a economia do país está complicada e nossos impostos são uma loucura. Mas ou acreditamos que o mercado não dá para mais e o país todo presta concurso para o banco do brasil, ou lutamos com as armas que temos.

Somos um dos únicos países do mundo com sistemas de leasing, financiamento e parcelamento de equipamentos, parte financiado por bancos privados, como FINIMP (financiamento à Importação) ou a Greeke, financeira. E para atingir competitividade internacional, as impressoras 3D são sim, os novos computadores.

Me lembro do tempo que vendia CAD, nos fins dos anos 90, e ninguém queria investir, por que as estações workstation custavam muito, e o software era ainda mais caro, e a cultura de licenciamento no Brasil nem existia, e era difícil de explicar. E nesse mercado um austríaco fundou a LWT Sistemas, vendendo um dos softwares mais caros e complicados do mundo, e assim mesmo, a LWT prosperou e desde 1994 é uma empresa referência em softwares de alisamento de superfície e superfícies Classe A, softwares da Dassault Systèmes e, claro, impressoras 3D!

Venha conversar com a gente na LWT, quem sabe não temos o plano certo, para que o valor da impressora não seja apenas uma economia a longo prazo, mas seja um gasto inferior àquele que você já tem hoje?

1/26/2016

Comparativo uPrint vs MakerBot Mini


Nesse vídeo abaixo eu estendo a comparação que iniciamos no artigo de ontem, sobre as diferenças entre impressoras Open-Source e impressoras profissionais. Compare a velocidade das impressões, para se ter uma ideia do que estamos falando.

Para acessar o vídeo, clique nele abaixo ou siga o link: https://www.youtube.com/watch?v=L1zvApag58E



1/25/2016

Impressoras Open-source vs profissionais

Repare a diferença das camadas da armadura (MakerBot) e do corpo branco (Stratasys uPrint)

Quais são as principais diferenças entre impressoras open-sources e impressoras profissionais? Que medidas devem ser observadas? Muitos leigos me perguntam isso, e embora eu acredite que já tenha falado disso por aqui, vale a pena revisitar: afinal, que fatores diferenciam essas impressoras?

Numa primeira olhada, as duas impressoras podem parecer muito semelhantes, às vezes, as open-source parecem até melhores que as outras. Veja alturas de camadas, por exemplo: A impressora MakerBot 5a geração oferece camadas de 0,1, 0,2 e 0,3 mm, contra as camadas 0,117, 0,254 e 0,330 da Stratasys Dimension ou Fortus250mc. Se olharmos a MakerBot 2X, temos até a opção de ABS e suporte solúvel, as mesmas opções e configurações que uma uPrint com relação a área de impressão, e camadas ainda melhores. Então, a MakerBot é uma impressora superior?

A resposta correta, sempre, é, depende! Se sua opção são peças domésticas, primeiros conceitos e impressão rápida de ideias, sem funcionalidade, a impressora MakerBot de fato é melhor. Mas se você deseja acabamento, peças com resistência mecânica superior e estabilidade da impressora, a Stratasys é sua opção.

Isso por que numa impressora 3D não podemos nos limitar a apenas duas ou três medidas: altura de camada, área de impressão e materiais. A forma como esses materiais são impressos importa muito. Repare que nas impressoras da Stratasys, elas sempre têm câmara de impressão fechadas, com temperatura interna controlada, para garantir a união perfeita das camadas, além de prevenir empenamento da peça, isso também aumenta a resistência mecânica do produto, pois cada camada tem uma cura gradual, progressiva e calculada, garantindo melhor ancoragem entre um layer e outro.

Além disso, tem a questão do software: um software da uma impressora profissional te da muito menos parâmetros de edição, é verdade (com exceção do Insight), e isso é feito pois a impressora já foi estudada para ter o máximo produtivo dentre aquelas impressões.

Por isso, da próxima vez que se perguntar se altura de camada é o único fator, tome cuidado. Existem muito mais entre um layer e outro do julga seu próprio pensar! ;)

1/21/2016

MakerBot Mini SnapChat


Uma snapchat da MakerBot Mini produzindo minions e um yoda, para uma ação de endomarketing dentro da LWT Sistemas. A ideia colocada na prática é presentear nossos colaboradores, de todos os departamentos, para que eles possam mostrar para familiares e amigos, como a impressora trabalha e o que ela pode produzir. Para produzir seu próprio Minio: http://www.thingiverse.com/thing:664576

Para ver o vídeo, clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=8x3ALUPuZ1A&feature=youtu.be

Além dessas peças, as MakerBots Minis da LWT produzem os brindes distribuídos em nossos eventos e em eventos que participamos, fique ligado para saber quais serão nossos próximos eventos e venha participar. Você pode sair com um presentinho ao final (à menos que você seja como um aluno de uma escola que fui, que ficou realmente incomodado que havia um coração no Minion e o devolveu...) :)



1/20/2016

Insight: edição de STL para impressão


Existem vários softwares de edição de STL, Magics, NetFabb, Autodesk MechMixer, mas todos custam alguns milhares de dólares e devem ser adquiridos além daqueles softwares que vêm com sua impressora 3D, mas quando se trata, de edição nativa de STL, nada supera a capacidade do Insight.

Software que acompanha a família de impressoras Fortus da Stratasys, esse produto é voltado à quem compra a impressora mas tem acesso limitado à ferramentas CAD, talvez um bureau de serviços, talvez uma área de manufatura, dentro de uma fábrica, longe da engenharia, seja qual for o caso, esse software permite partir, inverter, mudar o preenchimento, de formas customizadas ao milímitro.

Para um overview dessa aplicação, clique no vídeo abaixo ou acesse o link, caso o mesmo não apareça embedado: https://www.youtube.com/watch?v=hPiMtOHak8o&feature=youtu.be




1/19/2016

Coraline: animação stop motion 3D printed


Coraline é um filme que não tinha como dar errado, e não deu! Com roteiro adaptado do maior cronista da nossa era, Neil Gaiman, e com impressões 3D da Stratasys/Objet, compondo um cenário rico, vívido e preciso, que permitiram que fotos fossem feitas, para a animação em StopMotion, sem preocupações com acabamento e nem excesso de retrabalho.



Essa animação foi minha inspiração para meu próprio projeto, #366 impressões 3D. A princípio eu iria fotografar um objeto 3D aleatório por dia, mas não resisti ao impulso de contar uma história, maluca como as minhas histórias sempre são, seja na literatura, no RPG ou numa palestra técnica.

As ferramentas que eu utilizo para minha produção: A Jornada do Capitão Literótopo e a Nau Décima, são:

Estúdio Stop Motion, disponível para iOS, Android e WindowsPhone, permite fotografar, adicionar fotografias da sua biblioteca, colocar trilha sonora, exportar como filme, desde fullHD até GIF animado. Muito fácil de produzir e o melhor, exporta do YouTube ao Instagram direto e sem escalas.

Além dessa ferramenta, existe outra para os efeitos especiais, essa disponível nas configurações que uso, apenas em iOS, Action Movie FX.


1/15/2016

Como comprar uma impressora 3D usada


Não sou especialista em Hardware, mas conheço alguns problemas bastante recorrentes com impressão 3D para dar alguns toques para aqueles que estão estudando comprar uma impressora 3D usada, são cuidados óbvios, mas às vezes, na pressa, nos esquecemos destes detalhes:

CABEÇOTE

  • 99% das impressoras 3D à venda no mercado de usadas, e domésticas, são impressoras de filamento, e 99% dos problemas que estas impressoras enfrentam é o cabeçote. Ele é responsável por tracionar o filamento do rolo à zona térmica de extrusão. Problemas comuns: 
  • os roletes de tração estão danificados, e nesse caso, devem ser substituídos, verifique se são fáceis de se obter, e se podem ser impressos, para ter peças de reposição fáceis;
  • os roletes de tração estão muito sujos: cuidado, roletes sujos indicam problemas no bico extrusor, acontece que quando o bico esta entupido, o rolete tenta tracionar o filamento por ele, e não consegue, e nesse processo, ele passa a usinar o filamento, e as partículas do filamento podem danificar os rolamentos, preencher as ranhuras do rolete, e impedir seu funcionamento correto, mas sobre tudo, esse problema é um sintoma de bico entupido, então, olho no bico!
  • o cabeçote está tracionando, mas não imprime nada! Bico entupido. Isso pode ser causado por dois motivos, um trivial, e um fatal.
    • o bico não imprime por que há material preso lá dentro, nesse caso, a solução é fácil, munido de isqueiro, ou um maçarico culinário, e muito, mas muito cuidado, de preferência uma luva térmica e máscara de pintura, aqueça o bico até o material lá dentro sublimar. 
    • o bico não imprime, mesmo depois de aquecer: o furo do extrusor, em geral com diâmetro de 0,4mm, amassou. Pode ter sido um golpe contra a mesa de impressão, uma pancada em uma peça que estava esquecida na bandeja, não importa o motivo, o bico esta perdido. em alguns casos, troca-se o bico, mas na maioria das vezes, o bico e a zona térmica de aquecimento são uma peça só, o chamado hot-end, e aí a troca é um pouco mais cara.


MOTORES DE PASSO

  • A movimentação das impressoras 3D se dá por motores de passo, os chamados STEP MOTORS, impressoras mais novas terão motores mais fáceis de encontrar, e mais velhas, nem tanto. 
  • O mais importante é se atentar a potência do motor, se é compatível com a fonte que sua impressora usa, pois na pior das hipóteses, nas impressoras Open-Source, troca-se o motor e depois se altera a calibração do equipamento. 
  • Motores de passo são binários, ou funcionam bem, ou não. Mas também podem falhar de uma hora para outra sem aviso prévio.


FILAMENTO

  • Verifique se a impressora que você quer comprar utiliza filamentos open-source, isso é, de qualquer origem e que não utilizam um chip EPROM de autenticidade. Nesse sentido, muitas impressoras 3D são como as 2D e utilizam cartuchos originais, e com sistemas anti-pirataria, como a Cube da 3DSystems. Se for o caso de usarem cartuchos com chip EPROM, veja se os mesmos ainda são fáceis de se obter no mercado nacional, caso contrário, fuja!
  • Se for para utilizar filamentos open-source, dê preferência aos filamentos com 1,75mm de diâmetro, são filamentos mais baratinhos, mais fáceis de encontrar e que demandam menos energia e calor da impressora, que a outra opção, filamentos de 3mm. Acreditem em mim, eu tenho a 3Doodler, caneta 3D, e é um parto achar o filamento de 3mm que ela utiliza.


ÚLTIMA RECOMENDAÇÃO

  • Aprenda a programar em Arduino e Python, ou ao menos o B-A-BA básico. ao trocar de fornecedor de filamentos, mesmo dentro do mesmo material, PLA, vamos dizer, existem diferente ligar que te forçarão a adequar a temperatura e a velocidade de avanço. 
  • A umidade do material, e até mesmo o clima, dependendo da localização da impressora e quão aberta ela é, te forçarão a acessar os parâmetros da máquina com certa frequência. Tenha paciência, tenha persistência, e nunca se forme em impressoras 3D, ela é uma ferramenta, e essas curvas de aprendizagem tendem a passar, cada vez mais rápidas.
  • Não faça armas de fogo, faça a paz! :D

1/14/2016

Impressão 3D para medicina


Um dos projetos que mais tive orgulho de participar em 2015 com impressoras foi na área médica. E como tem coisa boa acontecendo nesse meio por intermédio da impressão 3D.

Entre as coisas fantásticas que tive o prazer de auxiliar, pela LWT Sistemas, tem a impressão 3D de obras de artes, usando relevos e textos em braile para produzir obras tangíveis: http://www.lwtsistemas.com.br/tecnica-impressao-3d-cegos-arte/

Nesse vídeo da Stratasys, por exemplo, vemos o caso de como impressoras 3D têm auxiliado em estudos cirúrgicos para processos vasculares, um estudo muito importante, por aliar na impressão e em seus novos materiais, a possibilidade de imprimir cores e texturas diferentes, em até 12 diferentes shores de borracha, em mais de 300 cores possíveis, numa só impressão, para encontrar a melhor ferramenta, a melhor rota para incisão, identificar o problema real, e não com base apenas em fotografias e projeções de duas dimensões.

Para conferir o vídeo na íntegra, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=WTr74_jm7KU

1/13/2016

Projeto #366 Impressões 3D


Anos bissextos são propensos à desafios e inovações, algo naquele dia à mais em fevereiro. Em 2012 foi um fuzz o projeto #366, onde o Nick Ellis fez o seu projeto #366 músicas, o Cardoso fez o #366 Luciana Vendramini (do MeioBit, aliás, ambos, do MeioBit), e eu tentei fazer o #366 textos, mas falhei, ficou de qualquer forma. Esse ano, o projeto é o #366 impressões 3D, lá no Instagram. Um projeto conjunto do blog Impresso3D, e desse blog que vos fala, o Literótopo, todo dia, o ano todo, uma foto e um micro conto, criando uma história mais longa.

O balanço da primeira semana é que a câmera não era boa no telefone, as ferramentas de edição tão pouco, a história ainda não está se desenvolvendo. Parte por que estou de férias, e tenho acesso à poucas peças em 3D (haja criatividade), e parte, por que demora para se criar uma história onde se espera ter 366 mini capítulos para criá-la.

Se você quiser apoiar esse projeto, me siga no meu canal do Instagram: http://instagram.com/e2campos e compartilhe essa iniciativa, comente, dê ideias, a Silvia, que me lê no meu perfil pessoal fez o comentário dela lá hoje, e fiquei feliz da vida! Vamos embarcar nessa? (trocadilho não intencional... ok, foi com intenção sim)

1/12/2016

Impressão 3D e RPG


Você não ama siglas? Parece tão importante falar 3DP2RPG, ou 3D printer to Role Playing Game, não é mesmo? Mas quando vemos o que é de fato, é ainda melhor! :D

A impressora 3D te ajuda com seu hobby, a imprimir miniaturas, cenários, e manter o jogo mais vívido, principalmente se você for da velha guarda, que ainda joga RPG longe de computadores, mas rodeado de bons amigos, e talvez, talvez apenas, com algum incentivo alcóolico.

A dica esta no site: http://twinfinite.net/2016/01/dd-gamer/ e chegou até mim pelo meu amigo, player e mestre de RPG, Julio Cesar! Obrigadão, irmão!

1/11/2016

Impressoras 3D ajudam a abelhas


Pois é, até mesmo o símbolo máximo do trabalho, depois das formigas talvez, as abelhas podem se beneficiar com impressoras 3D.

Acho que não é um segredo para ninguém que o número de abelhas do mundo têm diminuído, que plantações da Califórnia já importam abelhas para polemizar plantações, por exemplo, e que os agrotoxicos são provavelmente os grande culpados, certo?

Se por um lado, sobrou até para o Sherlock e a Joan resolverem um caso de abelhas mortas, por outro, aqui também, as impressoras 3D podem ajudar a resolver um problema, talvez, uma forma de payback, certo?



Isso por que a tecnologia de impressão 3D empresta um de seus padrões de preenchimento de peças das próprias abelhas, o chamado Honeycomb preenche peças com o formato hexagonal para aumentar a resistência consumindo menos material e deixando a peça leve e capaz de aguentar algumas pancadas. Daí a devolver para a natureza alguns honeycombs prontos, para economizar trabalho das abelhas não é uma ideia tão ruim, certo?

E isso já está em uso na verdade, como vocês podem checar nesse artigo aqui: http://3dprint.com/113066/3d-printed-honeycomb/

1/07/2016

Novo Smartextruder MakerBot



Para aqueles que acompanham a MakerBot, e minhas palestras na LWT Sistemas, sabe que com os novos materiais, um novo cabeçote da MakerBot viria, isso para atingir as novas temperaturas e a nova tração aos filamentos com cargas, nitidamente menos flexíveis, e eu me refiro ao PLA com carga de madeira, mármore, cobre e ferro, mas o lançamento da MakerBot, logo na primeira semana do ano, não deixa de ser surpreendente em outros aspéctos.

A empresa de Nova York em seu novo device focou-se nas reclamações dos usuários, atualizando completamente o chip sensor de presença do filamento e o rolamento com detector de filamento preso, corrigindo dois erros irritantes da atual geração.

Além disso, o novo cabeçote também ganha uma durabilidade maior, se o anterior flutuava entre 400 e 800 horas de uso, o novo mais que dobra esse limite. Só para se ter uma ideia, a garantia do cabeçote, quando usado com materiais originais, passou a ser o dobro do tempo do produto antigo. Esse dispositivo custa agora 199 dólares, ou 99 dólares quando adquirido juntamente com uma MakerBot 5a geração, que ainda venha com o antigo!

Logo teremos alguns dos novos cabeçotes no escritório, fique ligado para um unboxing e uma demonstração dessa nova tecnologia!

1/06/2016

Acompanhe nossas aventuras!


Numa parceria inédita com o blog Literotopo (ou é Décimo Literário? o povo lá parece que não sabe o que quer...), e inspirados por Nick Ellis, vamos criar no Instagram do canal o desafio 366 posts (no Instagram!).

Vamos narrar numa linha simplória, através de fotos de impressões 3D realizadas numa MakerBot Mini e/ou numa MakerBot 2X, criando uma linha de 366 posts e imagens. E a aventura já começou, é claro, em 1o de janeiro. O que está esperando, se inscreve lá e acompanha, tanto no Instagram, quanto no final do mês, a coletânea no Literótopo!

http://instagram.com/e2campos

1/05/2016

Tênis impressos em 3D e reciclados


Você já deve ter ouvido falar que todo o plástico que existe nos oceanos e mares, além de matar peixes e tartarugas marinhas, também têm formado uma ilha artificial, em algum ponto onde as correntes marítimas se convergem, certo?

Para propor uma solução à isso, empresas do mundo todo têm buscado achar o valor nesse lixo, pois se o ser humano se dá ao trabalho de construir e escavar nos pontos mais profundos do mundo, atrás de dinossauro morto e liquefeito, o que seria o desafio de pegar umas garrafinhas velhas flutuando, não é mesmo?

Para isso, a Adidas e a impressão 3D deram um belo passo, quase literalmente, com a confecção de um tênis feito integralmente de plásticos do mar reciclados e feitos filamento para a impressora 3D e de redes de pescas destruídas e achadas também nos oceanos. Por hora, é só uma proposta, mas já pensou se a ideia pega mesmo?

O texto é do IFLScience, que recomendo muito: http://www.iflscience.com/technology/3d-printed-sneakers-made-ocean-plastic-showcased-adidas

1/04/2016

Massive 3D Printer 1800



Quando o assunto é levar a tecnologia a extremos nunca antes tais, o pessoal de Israel não perde tempo! Esta sendo noticiada, com a pompa e galardia esperada para um lançamento desse porte, a
Massive 3D Printer, uma tecnologia cuja impressora chega a 1200x1500x1800mm (X, Y, Z), com uma taxa de deposição de 1000mm/s.

Para entender o que é essa taxa de deposição, essa impressora pode imprimir um ser humano na escala 1:1 em apenas 5 horas, usando a tecnologia GDP - Gel Dispensing Printing. A impressora criada para atender a solicitações de tamanho, resolução e velocidade por grandes desenvolvedores da Europa e Estados Unidos, ainda não tem previsão de lançamento e nem preços revelados, para o resto do mundo.

Fontes:

http://www.3ders.org/articles/20150911-massivit-installs-first-large-scale-1800-3d-printer-at-communications-expert-es-digital.html

http://3dprintingindustry.com/2015/09/10/huge-massivit-1800-3d-printer-installed-communication-services-provider-es-digital/



1/03/2016

A ferramenta certa para iniciar negócios, você!



Grande ideias começam pequenas. A MakerBot já foi uma empresa de 3 funcionários e uma ideia na cabeça, popularizar a impressão 3D. Antes de serem adquiridos pela Stratasys, e ganharem um prêmio por devolverem a inovação ao Bronks e tals, a empresa passou pelo demônio, o medo de não terem um bom produto, de não darem conta do suporte aos usuários, da concorrência chegar antes, dos processos que enfrentaram, pelo pioneirismo de apostarem em patentes que venciam, venceram, e venceriam... Para realmente conhecer a história dessa empresa, tem um excelente documentário no Netflix, chamado Printing de Legend.

Mas para não ficarmos no voyerismo do sucesso alheio, o que isso tem haver com vocês? Não se deixem abater por que existe uma empresa no setor que você está, saiba quando você vende um produto, quando você vende um meio para um produto, e aposte. 

Talvez as impressoras de baixo custo já estejam estabelecidas demais para se iniciar um mercado nelas, talvez ainda haja espaço para inovar, talvez o mercado seja o de serviços, nesse momento de incertezas, talvez seja hora de vender dispositivos e gabaritos impressos, para diminuir custos nas industrias. Não se cresce com crise, mas a verdade, é que se formos esperar o mercado, nunca daremos nosso passo próprio, hora será, "como largar um mercado num momento tão bom como esse"', hora será, "como largar meu emprego ou arriscar em algo novo num momento tão ruim como esse?". 

Seja como for, se você tiver uma ideia, corra atras dela, mas também saiba a hora de desistir. A MakerBot achou lojas próprias ajudariam a vender impressoras, e ainda se pagariam com pequenos serviços, mas na verdade, acabou competindo com os clientes que prestam serviços e atacando o mercado de seus revendedores. Saber recuar também é importante.

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