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Podcast: O processo de impressão FDM

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Caso o mini-player não apareça no seu navegador, acesso o episódio em áudio aqui:  https://anchor.fm/impresso3d/episodes/A-histria-das-impressoras-FDM-er016b O processo de impressão 3D conhecido como FDM, fused deposition modeling, ou em português, modelagem por deposição de fundido, foi criado em 1988 por Scott Crumb, fundador da Stratasys, hoje a maior empresa de impressoras 3D do mundo. Ambicionando criar um processo simples e barato, que permitisse competir com as impressoras 3D de sua época, Crumb criou um sistema que além de tudo não demandava altos custos de instalação tais como ventilação forçada, pisos estabilizados ou roupas ou dispositivos de proteção ao usuário. Sua impressora utiliza de um par de filamento de termoplástico, vendido em cartuchos selados para garantir a qualidade e a facilidade de operação. Os filamentos, uma vez carregados na impressora 3D são tracionados até um cabeçote de estrusão, onde são aquecidos à suas temperaturas em que atingem maior viscosidade,

Como o Feinstein Institute converteu uma MakerBot em bioimpressora para salvar vidas

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  Caso o vídeo não apareça em seu email, acesse: https://youtu.be/3sxHXoDJugg Nesse vídeo veremos com a plataforma aberta da MakerBot Replicator 2X foi fundamental para o desenvolvimento de um sistema de bio impressora que auxilia centenas de pacientes no Instituto Médico Feinstein, de Nova York. O cabeçote utilizado no vídeo pode ser encontrado no link: https://www.thingiverse.com/thing:20733 ​ Instruções de montagem, em inglês: https://www.youtube.com/watch?v=iiyEO...

Podcast: Análise FEA para Impressão 3D?

 Se o player não funcionar em seu navegador, acesse:  https://anchor.fm/impresso3d/episodes/Anlise-FEA-em-Impresso-3D-eqhip0 Hoje um avião comercial da Boing ou Embraer já possui de 100 à 1000 peças impressas. A troca desse componentes feitos por manufatura tradicional para a aditiva tem diversas variáveis que precisam ser levadas em conta. Mas não é só um avião que precisamos ter todo o esmero e cuidado do mundo, e sim em todas as vezes que substituímos componentes tradicionais por aditivos, em todas as indústrias. Hoje vou discutir um pouco destes vetores com vocês, a conversa pode soar um pouco familiar para aqueles que acompanharam as discussões pelos “stories” do meu Instagram, junto à personagens como o Willow, do TechTeen3D, Marcelo Spinetti do SurfaceClass e o Ops3D, a ideia hoje é ligar os pontos para quem não participou de toda a discussão, ou apresentar o tema a quem perdeu a conversa toda. É depois da vinheta, vai! Antes de falarmos sobre o assunto, uns recadinhos rápidos.

Voronoi - o que é, para que serve e como se faz?

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No vídeo de hoje vou retomar um material que já publiquei aqui há 3 anos, mas que agora tenho uma compreensão maior do que significa, de como se faz, e para que serve. Acompanhe enquanto eu transformo a Laurana do thingiverse em uma versão das gueichas de "Ghost in the shell" e discutimos a origem do termo e quais suas aplicações na vida prática! Vem com a gente! Se o vídeo não carregar no seu navigador acesse neste link: https://youtu.be/UpZ8ygzL4qo

Dicas #2: ângulos de auto sustentação

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Dicas #2 da MakerBot: ângulos de auto sustentação. Que tal usar o conceito de ângulos de auto sustentação para ensinar matemática na prática? com essa peça do thingiverse é bem fácil! #BNCC #EAD #Aulavirtual #estudandoemcasa Caso o player não apareça em seu navegador, acesse: https://youtu.be/kquyml7sZKM

I3DCast: Impressoras 3D são um investimento?

  A impressora 3D é um investimento? Se você comprar um martelo, preocupado com o valor de revenda que um dia terá, provavelmente passará a vida sem usá-lo direito. Se a cada arranhão, marca, dente, que surja nele você ver um percentual reduzido, ele não é uma ferramenta, é um tesouro. Um artigo de colecionador. A impressora 3D é uma ferramenta, e deve ser vista como tal. Vi muitos pequenos empreendedores tentando vender impressoras 3D industriais, usadas, como quem tenta vender um carro usado. O problema que o Brasil é um dos poucos países do mundo que ainda tem a cultura do carro usado. Num mundo de motores se transformando, da combustão para energia elétrica, os carros tradicionais são feitos para serem o mais barato possíveis, e nisso consiste em reduzir custos, levar peças ao limite teórico dos ensaios de engenharia, mínimo material, mínimo peso próprio, melhor relação peso potência, maior controle de revisões, mais constantes e mais caras. Nos Estados Unidos, para dar um exemp

Aula 7 Menu Utilities

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Aula 7 MakerBot Print Utilities, conheça como controlar totalmente sua impressora através do software de fatiamento, de calibração à diagnóticos. https://youtu.be/pSxgyy5q2dI #makerbot #3dprint #makerbotprint #tutorial