Cazuza uma vez escreveu: "eu vejo um museu de grandes novidades, eu vejo o futuro repetir o passado, o tempo não para".

Visitar a Feiplastic de 2017 foi visitar qualquer feira de 1999 para cá. Vários fabricantes de moldes. Vários fabricantes de polímeros. Alguns vendendo vinil para gráfica. Absolutamente nada de novo numa feira com pouco brilhantismo, e gente, em seu primeiro dia. Literalmente, eram mais expositores que visitantes.

Havia uma palestra de abertura ocorrendo, não divulgada em lugar algum, e que nem o Host sabia quem era.

O único farol de futuro nessa feira, ou melhor, os únicos, eram a Stratasys Direct, com sua série de materiais exibidos, e suas tecnologias possíveis, FDM, PolyJet, SLS e 3DP, que podem até mesmo, produzir moldes impressos para injeção plástica! Algo que já falamos aqui ontem.

A outra empresa que visitei e que de fato, demonstrava uma tecnologia incrível, foi a Faro, com seu sistema de scanner 3D, capaz de captar 500x500x500mm com um sensor, ou volumes muito maiores, com um conjunto de sensores atuando juntos. Tão rápidos que podem ser usados como sistemas de visão e controle em linhas de produção.

No mais, esperemos que a Plastishow seja maior...