1/30/2017


A 3DLab esta lançando seu PLA Wood, o filamento de PLA com carga de madeira, e o melhor, só por hoje e para mais 49 pessoas, por que eu já peguei o meu, o PLA com 50gramas, você só paga o frete!

Corre lá e aproveite.

Posted on segunda-feira, janeiro 30, 2017 by manu

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1/27/2017


Em São Francisco a Autodesk sediou uma convenção bem diferente, chamada de Super-Hero Cyborg Program, onde ela disponibilizou suas ferramentas e assessoria à 6 crianças selecionadas para criarem uma nova prótese, ou nesse caso, órtese.

Reeves, de 10 anos, chama seu projeto de "Project Unicorn", e ela dispara glitter. Uma beleza de projeto utilizando o TinkerCAD e as impressoras parceiras do projeto, sem dúvida é uma das coisas mais criativas.

A autora do projeto ainda pretende que sua prótese tenha mais funções, como ser um suporte para self, armazenar doces e quem sabe mais o que.

Divirta-se com essa mini-engenheira no vídeo abaixo e vamos combinar, este é o tipo de arma que queremos ver impressa!


PS: Roubei essa dica da Luciana do @CADKlein, no tuíter! Sigam a moça gente, ela sabe o que faz!

Posted on sexta-feira, janeiro 27, 2017 by Emanuel Campos

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1/26/2017


Talvez inspirado pelo conceito "infinity build" da Stratasys, talvez um caso notório de evolução paralela, mas mais um robô, e da Kuka, foi configurado com extrusores para ser uma impressoras 3D. Isso mesmo, extrusoras! O robô utiliza 4 extrusores simultâneos para criar o que eles chamam de Spider 3D Printer, visto que aquilo que o robô realmente produz é muito similar a estrutura de uma teia de aranha.

O projeto é de um time de designers de Xangai, que se inspiraram na resistência da teia de aranha e abusaram de conceitos como bridging e self support angle para atingir esta maravilha da criação. O mais impressionante? O projeto se deu durante 3 semanas de um workshop chamado "Digital Future", no cmpus de arquitetura e planejamento urbano da universidade de Tongji.

Para saber mais, acesse, em inglês, a notícia original: https://3dprint.com/41183/robotic-6-axis-3d-printer e se deslumbre com o vídeo:

Posted on quinta-feira, janeiro 26, 2017 by Emanuel Campos

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1/25/2017


A 3DFactory é uma empresa brasileira, constituíd por Bob Sampaio, Rubens Pereira e Tiago Soncini, especializada em diversão, entretenimento e jogos.

Recentemente eles participaram do desafio da empresa de software de fatiamento chamada Simplify, uma verdadeira miríade em recursos para impressoras 3D, cross-plataforma, é um melhores softwares privado (custa 99 dólares no momento deste artigo) que existem no mercado, com incríveis recursos e capaz de ir "além da vírgula" nas impressões FFF (Fused Filament Fabrication, ou Fabricação por Filamento Fundido).

Para o concurso a empresa criou o logo de outra empresa, a Bad Robot, que deu as caras nos seriados da FOX como Buffy e FireFly, mas que agora chegou o "main-mainstream", como Rogue One.

Ficou mesmo uma peça bonitinha, não?

Artigo originalmente publicado em: https://www.simplify3d.com/3d-printed-movie-magic-from-3dfactory/

Para adquirir esse modelo, acesse: https://pinshape.com/3d-printed-object/4123-bad-robot-3dprintetable-3dfactory-brasil?utm_source=blog&utm_medium=post&utm_campaign=esunwinners

Posted on quarta-feira, janeiro 25, 2017 by Emanuel Campos

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1/24/2017


Na semana passada tive a rara oportunidade de assistir a uma brilhantes palestra conduzida por Norberto Tomasini, da Price Waterhouse Coopers e assistido por Amy Lee. Norberto Tomasini é líder de IoT e tecnologias emergentes.

Sua apresentação e seu relatório começa com uma excelente definição do que é a Indústria 4.0: Entendemos por indústria 4.0 uma completa digitização end-to-end. Mas o que isso significa? Significa ter dados estruturados ou cognitivos e poder analisá-los de ponta a ponta para identificar tendências e compreender o que o futuro nos aguarda.

Parece óbvio, não é? Mais dados, decisões melhores e mais rápidas, certo? Pois bem, no cenário mundial hoje 33% das empresas já estão com processos digitizados, isto é, um PLM, um ERP, equipamentos de operação remota, uso da Internet das Coisas (IoT - do inglês, Internet of Things), como colocar um chip nas turbinas de aviões para usar a telemetria da operação de milhares de aeronaves para produzir a próxima geração de turbinas com melhores resultados e mais eficientes e com custo menor em Pesquisa e Desenvolvimento. Ou uma empresa chinesa de caminhões que antes de vender no Brasil enviou 200 caminhões para cá, todos com chips de telemetria, contratou caminhoneiros brasileiros para rodarem ao total de 100.000 quilômetros para coletar dados das estradas e hábitos de condução do brasileiro. Como será o caminhão dessa empresa ao chegarem aqui para venda?

Depois vão falar que chineses fazem coisas baratas e que não dá para competir, pois me parece que mais uma vez, um produto chegará pronto ao nosso mercado, excelente e superando competidores nacionais, que ainda se baseiam em pesquisas de satisfação.

Falando de cenário brasileiro, o Brasil hoje tem 9% de indústrias digitizadas, ou seja, com processo rastreado e dados colhidos de ponta a ponta. Curiosamente, mundo e Brasil acreditam que em 5 anos, teremos 72% de empresas na Indústria 4.0. O que pode parecer loucura do empresário brasileiro é loucura mesmo. Por que quando perguntados de quanto já se envolveram, pesquisaram e dedicaram uma verba para esta migração, os brasileiros em sua maioria disseram: ainda não.

O que significa que o empresário brasileiro espera fazer parte do mundo da indústria 4.0, mas espera também que mais alguém faça isso por ele. Dá para entender por que: segundo Tomasini, a carência atual de profissionais capazes de operar nesse mundo, o Engenheiro de Dados, já é de 35000 profissionais, e esse número deve dobrar em até 5 anos.

Então, se você já tem um bom CAD e talvez uma impressora 3D e um ou dois robôs online, talvez falte o próximo passo, integrar tudo isso. Se tiver interesse em saber mais, fale com a LWT Sistemas: 11 3232-032,  procure por mim lá. Temos uma solução excelente para iniciar nesse cenário de integração.

Para ter acesso ao relatório na íntegra, acesse: http://www.pwc.com.br/pt/estudos/servicos/consultoria-negocios/2016/pwc-industria-4-digitizacao-vantagem-competitiva-brasil-16.html

Disclaimer: Imagens extraídas do relatório para fins de divulgação.

Posted on terça-feira, janeiro 24, 2017 by Emanuel Campos

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1/20/2017

RESULTADOS:

Como resultado da implementação do conceito PLM, hoje utilizado pelas três maiores desenvolvedoras de CAD do mercado: Dassault Systèmes, Parametric Company e Siemens PLM, além das empresas acelerarem o processo produtivo, elas preocupam-se com “o que fazer” ao invés do “como fazer”, aumentando o tempo disponível para inovações e podendo gerenciar os processos produtivos com mais realismo.

O resultado desta interação toda é que o projeto antes seqüencial, agora é o surgimento do processo de desenvolvimento Relacional, onde todos os setores da empresa atuam simultaneamente no projeto, garantindo o projeto feito “certo da primeira vez”, “mínimo erro ou nenhum erro por conversão de arquivos”, “mínimo ou nenhum erro por manufatura de um desenho em nível de revisão incorreto” e um saving no tempo total do desenvolvimento à produção do produto, de 20% a 40%.

DISCUSSÃO


Neste espaço apresentaremos um grande case mundial do uso do PLM no mundo:

"O tempo de montagem de um Boeing 737, que hoje é de 11 dias, era de 28 há poucos anos.

Usando um software francês, os engenheiros russos (trabalhando na Rússia) colaboram com seus colegas da Boeing America - localizados em três cidades: Seattle, Wichita e Kansas - em projetos de aviões, auxiliados por computador. A empresa montou um dia de trabalho de 24 horas, composto por dois turnos em Moscou e um nos EUA.

Desenhos são transmitidos para lá e para cá, por meio de alta tecnologia especializada. Há salas de videoconferência em todos os andares do escritório da Boeing em Moscou. Os engenheiros não dependem de e-mails quando têm de resolver alguma pendência técnica com seus colegas americanos".

REFERÊNCIAS

NÓBREGA, Clemente. Inove ou morra. [online] Disponível na Internet via WWW. URL: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDR77221-8382,00.html. Última atualização em 26 de julho de 2007.

BAXTER, Mike R. Projetos de produto: guia prático para o design de novos produtos. 2ª edição. São Paulo: Blucher, 2000.

MCGUINNESS, Mark. Time Management. [online] Disponível na Internet via WWW. URL: http://wishful.fileburst.com/creativetime.pdf. Última atualização em 15 de dezembro de 2007.


OECH, Roger. Um TOC na cuca. Editora de Cultura.

Palestra “Um ‘toc’ na cuca”; UNICAMP.



3<-- Leia a parte 3

Posted on sexta-feira, janeiro 20, 2017 by Emanuel Campos

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1/19/2017


A necessidade da gestão do mundo virtual ocorre porque este é o momento de maior dinamismo de alterações da vida de um produto. Produtos nascem como idéias intangíveis que vão sendo modeladas e tornando-se tangíveis quando os diversos setores da companhia agregam seu conhecimento específico (know-how), através de sucessivas revisões de projetos, tornando, pouco a pouco, aquela idéia em um produto exeqüível.

Um grande problema deste processo, que é obrigatório para qualquer forma de indústria de manufatura, é a liberdade de alteração do produto. Quanto mais conhecemos sobre nossa idéia, menor é a possibilidade de recomeçarmos ou criarmos alguma alteração drástica, isto porque, ao mesmo tempo que os diversos setores da empresa aplicam seu know-how na produtibilidade da idéia, máquinas, programas, matéria-prima e outros itens de compra vão sendo encomendados e comprados para garantir o comprimento de cronogramas de fabricação.

Para se atingir então o perfeito equilíbrio entre fabricação e desenvolvimento de um produto, algo como a produtividade com a eficiência da Toyota e a inovação e criação da companhia Google Inc., devemos valorizar ao máximo o momento virtual do produto, pedindo a todos os departamentos da companhia que auxiliem o processo de fabricação e adicionem seu know-how ainda no contexto virtual do produto, antecipando assim ao máximo a linha de conhecimento do produto, para antes de seu “ponto de não retorno” quando ela cruza com a linha de liberdade de alteração, devido ao grande índice de material produzido.

Esta antecipação do conhecimento do produto só é possível através de alguns conceitos que perfazem a filosofia de projeto chamada “PLM – Product Life-Cycle Management”, ou Gerenciamento do Ciclo de Vida do Produto, como:

1.    Projeto Relacional e no contexto correto;
2.    Reuso de projetos anteriores e;
3.    Captura da intensão de projeto.

Estes conceitos evidentemente devem ainda ser geridos por um processo de Gerenciamento dos Dados do Produto, (PDM – Product Data Management), o responsável pelo controle de revisões, de forma simplista, que citamos acima.

No universo virtual, quando toda a empresa tem acesso a ela, é possível, além dos desenhos 3D, análise de cinemática e interferências do 3D, documentação 2D, criação dos programas CN, geração de modelo para análise do cliente direto e indireto, modelagem dos dispositivos e ferramental, é possível ainda obter aquilo que a indústria chama de Protótipo Virtual, ou Digital Mock-up.

O Digital Mockup é um protótipo rápido virtual, uma criação que, quando todos os setores da companhia atuam corretamente, respeita todas as tolerâncias e movimentações que supostamente terá na vida real. Sobre ele é possível então aplicar: Análise de Interfência Detalhada, Simulação de Mecanismos, Simulação de Montagem e Desmontagem e FMEA de Projeto e de Manufatura e por fim, Validação Visual do Produto.

Segundo disponível gratuitamente no site da revista CADesign, única publicação do setor no Brasil, o maior problema da indústria brasileira é a incredibilidade dos empresários brasileiros sobre a veracidade destas soluções eletrônicas.

Conforme recente revelação de pesquisa realizada pelo IDE, revelada no encontro de usuários da AutoDesk (VIP Summit – 2009 – WTC São Paulo), o protótipo virtual, largamente utilizado no estrangeiro, veio por solicitação da indústria de alto desempenho, como Aeronáutica ou Naval, que não podem dar-se ao luxo de executarem “crash test” de seus veículos devido ao grande custo envolvido, e até hoje estas soluções têm sido bem aplicadas. A questão em pauta aqui é realmente, como define da CADesign, encontrar um limite no quanto os empresários brasileiros acreditam de fato que o CAE é exotérico e o quanto o questionamento da utilidade real do protótipo virtual não é uma justificativa para fugir deste investimento.

Leia a parte 4 -->4

Posted on quinta-feira, janeiro 19, 2017 by Emanuel Campos

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1/18/2017

Muitas empresas hoje buscam a contínua redução de custos através de pressões sobre fornecedores, melhorias contínuas no “chão de fábrica” e máquinas, equipamentos e treinamentos cada vez mais modernos.

O maior problema é que estes processos cada vez mais enxutos e perfeitos, estão produzindo e fabricando produtos incorretos. São desenhos que foram atualizados em algum setor mas o desenho em último nível (aquele que é o mais atual) não chega à manufatura, desenhos com medidas, vistas ou geometrias inteiras incorretas a partir de um erro dos softwares no processo de converter seu formato de “x” para ”y”, para que o CAM “Y” possa ler e processar as rotas de usinagem do CAD “X”, em outras palavras, o maior problema e desperdício das empresas hoje não estão nos processos fabris e no custo dos fornecedores, mas na própria gestão da documentação eletrônica.

Em verdade, o adágio “a informática surgiu para solucionar problemas que não existiam antes de sua existência” não poderia ser mais verdadeiro quando falamos da gestão da documentação eletrônica, seja ela extensões de arquivos CAD, documentos de pacotes de escritório como textos, apresentações, planilhas ou formatos populares da internet, como PDF, JPG, GIF, TIFF, entre outros.

Desde a invenção da ferramenta que está presente em todos os programas que lidam com os formatos acima mencionados foi inventada, a função “Salvar como...”, a forma de lidar com arquivos nunca mais foi a mesma.

Para nos atermos à área de projetos em nosso exemplo, basta ver que nos dias antigos os desenhos, resultado de um trabalho que seria artístico não fosse normalizado, eram arquivados em grandes gavetas chamadas “mapotecas”. Na necessidade de se alterar ou copiar um conceito em uso em alguma das peças em produção, um projetista encaminhava-se à sala da “mapoteca” e um responsável por este acervo, chamado de “guarda-livros”, verificava se o desenho estava na coleção ou sendo alterado por alguém. Desta forma, era impossível que duas pessoas alterassem ao mesmo tempo o mesmo desenho, seja para o bem ou para o mal.

Nos dias de hoje, quando uma bifurcação surge no momento do projeto, por exemplo: a dúvida entre aplicar ou não determinado ângulo de saída numa peça injetada, o projetista sem titubear aplica o ângulo de saída, mas antes, faz uma cópia prévia do desenho que desenvolvia. Assim, se o tal ângulo de saída não fosse necessário ele já teria uma cópia, sem a modificação, da qual ele poderia continuar.

Mas imaginemos que este processo se repita numa empresa multinacional, da qual a cada bifurcação de projeto todos os projetistas agissem da mesma forma. Seria impossível a curto prazo determinar qual era o desenho em último nível, com todas as corretas relações e aplicações de normas necessárias.


Posted on quarta-feira, janeiro 18, 2017 by Emanuel Campos

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1/17/2017

Diante do cenário atual do mercado, onde a globalização propõe novos desafios e traz concorrentes de qualquer lugar do mundo para nossa área de atuação, como se fossem nossos próprio vizinhos físicos, e pior, diferentes leis de gestão e encargos aplicados a estes diferentes locais do mundo fazem o impensável eras atrás, trazer objetos gigantescos ou grande quantidade deles, do outro lado do mundo, pode ser mais barato que a aquisição do bem em empresas do nosso mercado. Isto é válido para prensas, objetos injetados, laminados e todos os frutos do trabalho da indústria de base, incluindo a própria indústria de base.

Como o câmbio na legislação é árdua e o mercado não pode esperar, como fazer como competir com empresas que trabalham com salários e encargos inferiores ao de nosso país? Como proceder para vender num mercado mundial, cuja a busca maior é o preço, o menor custo, num país famoso por ter as maiores cargas tributárias do mundo? A solução para isso existe, mas requer empenho e criatividade. Godin¹ publicou em seu livro o conceito da soft-innovation, do inglês em tradução literal, traduções leves; são conceitos, serviços, valores agregados que criem diferencial e fomentem o boca a boca dos consumidores, de forma que se tornem commodities em vantagens percebidas.

 

Através deste artigo, será abordado o conceito destas inovações leves, algumas ferramentas de auxílio à criatividade e, por fim, alguns casos de sucesso ao redor do mundo, em diversos ramos, que conseguiram criar distinção e exercer valores maiores de mercado e mesmo assim, tornarem-se líderes.  Após este conceito, serão abordadas algumas ferramentas de organização pessoal, que podem ser estendidas à indústria. O objetivo é mostrar o que é ser organizado, gatilhos que acionam a criatividade e por que é necessário ser organizado para ser criativo.
 
Os livros de suporte deste artigo serão “A vaca Roxa”, de Seth Godin, que aborda o conceito da inovação leve, Mark McGuinness com o livro eletrônico “Time Management for Creative People”, onde os conceitos de gatilhos de criatividade e a necessidade da organização são muito bem explandos e, por fim, Mark Baxter, com o livro “Projetos de Produto”, que aborda ferramentas práticas e do dia a dia para repensar a rotina e extrair resultados melhores através de pequenas alterações nestas rotinas.

Complementa a literatura, os artigos de Clemente Nóbrega para o site da revista “Época Negócios”, chamado “Inove ou Morra” com cases de empresas que ousaram mudar e adicionar valor aos seus produtos e o excelente livro, hoje aparentemente fora de catálogo, “Um toque na Cuca”.

Posted on terça-feira, janeiro 17, 2017 by Emanuel Campos

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1/13/2017


A Stratasys liberou na semana passada seu top 10 posts mais lidos em seu blog, e o resultado é incrivelmente heterogêneo. Desde a impressora Infinity Build à saúde bocal e moldes de injeção, o resultado é um retrato do mercado de impressoras 3D, capaz de ajudar a todos os públicos e atender à diversas demandas.

É interessante notar como em todos os desenvolvimentos houve um CAD presente auxiliando no processo, de análise de elementos finitos à criações de design avançadas, validação dos moldes e cada vez mais softwares especiais para áreas da saúde, que vem progredindo nesse mercado como se não houvesse crise, afinal, a saúde nunca pode esperar!

Por isso, e inspirado por isso que esse ano vamos falar mais de CAD por aqui, pois a impressão 3D é tão boa quanto a peça gerado, e em tempos de manufatura 4.0, o CAD e a Impressão 3D irão andar cada vez mais de mãos dadas.

Para conferir o post original, em inglês, acesse: http://blog.stratasys.com/2016/12/30/2016-top-posts/

Posted on sexta-feira, janeiro 13, 2017 by Emanuel Campos

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1/12/2017


A Dassault Systèmes e a Stratasys se uniram para promover na Coréia um concurso de design, orientado aos profissionais do amanhã, o evento cobriu estudantes de engenharia e design de produtos para o desenvolvimento combinado de um ambiente de criação dinâmico e amigável, com a melhor linha de impressoras 3D do mundo.

Uma das empresas mais conceituadas do mundo, a Innodesign foi fundada em 1986 por Kim Yong-se, famoso por adicionar um toque de arte e design à diversos produtos coreanos, dentre eles o iPod local, o iRiver, um telefone de flip para a Samsung (lembra deles?) um espelho de deslocar chamado LANIEGE.

Desde o princípio sua empresa sempre foi caracterizada por aliar conhecimentos técnicos e artísticos com tecnologias de ponta, utilizando impressoras 3D desde o princípio para validação de seus conceitos.

Para saber mais, acesse o post original da Stratasys, em inglês: http://blog.stratasys.com/2016/12/22/design-2020-3d-printing/




Posted on quinta-feira, janeiro 12, 2017 by Emanuel Campos

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1/09/2017


O site http://www.vinland.com/blog/?p=68#more-68 fez um teste de como dissolver diversos materiais PLA em diferentes misturas de compostos químicos. Os ensaios foram criteriosos, ainda que muitos desses materiais eu tenha a menor ideia de como encontrar no Brasil, mas replico aqui os resultados, e insisto para que quem puder visite a página original do artigo (em inglês).

O objetivo dos ensaios eram dois:
- Como remover o PLA para limpar o bico extrusor;
- Como limpar o PLA usado de suporte, numa máquina com ABS, sem afetar o ABS.

Foi experimentado.


  • Fever água por 10 minutos e 24 horas de molho na água: sem alterações (óbvio);
  • Álcool denatured, 24 horas de molho, sem alterações
  • Imersão em Acetona por 24 horas: a peça derreteu parcialmente, ficou meio borracha, sem resistência mecânica e pequenos detalhes sumiram.
  • MEK (MethilEthilCetona) imersão por 24 horas: Peça levemente derretida, com textura meio de borracha e perda de propriedades mecânicas;
  • Tricloretano imersão por 24 horas: Peça levemente deformada com textura de borracha e perda de detalhes
  • Limpador de PVC Oatley #30782: Peça levemente deformada com textura de borracha e perda de detalhes
  • Weld-on #5 (solvente para acrílico injetado): O PLA foi totalmente dissolvido em um par de horas
  • Agente de limpeza Miller-Stephensons MS-111: Dissolveu completamente o PLA em uma hora, e a química é extremamente forte. Usar com muito cuidado.
  • Lye-cleaner: Nenhum efeito em 12 horas
  • Kleen-Strip Premium spray: Removedor de tinta com base metilcloreno. Não baseado em tíner, dissolveu o PLA em 2 horas, mas deixou muito resíduo de um material grudento e difícil de limpar. Não recomendado.


Para o artigo completo, acesse: http://www.vinland.com/blog/?p=68#more-68

Posted on segunda-feira, janeiro 09, 2017 by Emanuel Campos

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1/06/2017


O Facebook é um terreno fértil para impressores 3D! Com cinco comunidades nas quais participo de forma ativa, com suporte da galera, turma divulgando seus trabalhos e compartilhando conhecimentos!

Não poderia me furtar a compartilhar essas comunidades com vocês, das quais tenho muito orgulho de fazer parte e que me aguentam por lá, com minha prolixidade costumeira!

Impressora 3D Brasil - https://www.facebook.com/impressora3dbrasil/
Impressora 3D Compra - Venda - Troca: https://www.facebook.com/groups/1106037869418542/
Impressão 3D Rio de Janeiro - https://www.facebook.com/groups/210177002666304/
Impressoras 3D Produtos e Serviços - https://www.facebook.com/groups/415641408606951/
Impressoras 3D SLA e DLP Brasil - https://www.facebook.com/groups/507144759465443/

E claro, aos que quiserem seguir nossa página no facebook, sempre podem acessar:

Posted on sexta-feira, janeiro 06, 2017 by Emanuel Campos

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1/04/2017


Quando for prestar serviços de impressão 3D, ou comprar serviços de impressão 3D, há algumas coisas que devemos ter em mente para garantir a máxima satisfação com a peça. Aqui elencamos algumas:

1 - Tenha em mente o material desejado:
Materiais podem ser quebradiços ou rígidos, duros ou dúcteis, elastoméricos e flexíveis, transparentes e opacos. Sólidos massivos ou ocos, com uma trama interna. Sempre tenha em mente a aplicação que a peça terá, e o tempo de duração da peça. Materiais fotossensível perdem suas propriedades com o tempo, materiais de termoplásticos tendem a perder a cor e elasticidade se expostos ao sol e luz UV, impressões em resinas líquidas não podem ter construções ocas, sendo sempre sólidas.

2 - Ignorar a tecnologia utilizada
Existem materiais podem ser obtidos em mais de uma tecnologia, por exemplo ABS, ABS-like, Digital ABS, são materiais possíveis de serem obtidos através de FDM/FFF, SLA e PolyJet, por outro lado, Ouro, Alumínio e Titânio são possíveis apenas por SLS/SLM. Além disso, esses processos de impressão também não produzem as peças exatamente iguais aos processos convencionais. Processos FFF não são isotrópicos. Titânio impressos em 3D é sempre sinterizado, e não fundido, resultando numa peça extremamente dúctil.

3 - Ignorar a geometria
Por vezes será melhor você produzir uma peça impressão que precise de usinagem depois, a ter que produzir uma peça com paredes e furos menores que a capacidade da impressora fazer bem feito. Se você ainda é responsável pelo desejo e pela impressão, é sua chance de tornar todo o processo ainda mais amigável. Tenha em mente que impressoras por FFF produzem paredes mínimas de 1,2mm, para terem resistência. PolyJet produz paredes de até 0,6mm de espessura. Abaixo disso, considere usinar e imprimir uma parede mais grossa.

4 - Atenção à resolução do STL
Outro erro muito comum é não observar a resolução do STL. A impressão é no máximo tão boa quanto seu arquivo STL é. Não por acaso a Stratasys tem deixado esse formato de lado. Por vezes é difícil ao bureau de serviços, sem o contexto e aplicação da peça, saber a se o arquivo esta bem feito, se é daquele jeito mesmo, ou se está com baixa resolução de triângulos. Quem recebe o arquivo não gosta e quem fez não vai querer fazer de novo, evidentemente.

5 - Ignorar o conhecimento no software
Diferentes softwares possuem diferentes resultados. Parece óbvio, mas não é. Projetistas foram do cenário metal-mecânico tendem a pensar em diferentes escalas dos milímetros. Designers de relógios utilizam microns. Projetistas civil utilizam centímetros. O arquivo STL é adimensional, logo é difícil prever se a escala está correta. Outra coisa, diferentes softwares geram arquivos 3D e têm diferentes focos nos resultados. Blender gera bons 3D para games e animações, mas é relativamente complexo obter um bom STL. Maia, zBrusch, a mesma coisa. Tenham atenção a esses detalhes!

Arquivo traduzido/adaptado do original, em inglês, da Materialise: https://i.materialise.com/blog/5-mistakes-to-avoid-when-designing-a-3d-model-for-3d-printing/?utm_source=facebook&utm_medium=cpc&utm_campaign=Facebook_Rem_Lab

Posted on quarta-feira, janeiro 04, 2017 by Emanuel Campos

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1/03/2017


Para os milhares de prestadores de serviços de impressão 3D que vêem surgindo ao longo do ano de 2016, um lembrete das propriedades importantes para se ter em mente ao realizar os trabalhos:

Update: FDM é uma sigla patenteada pela Stratasys, e significa Fused Deposition Modeling, ou modelamento por deposição de fundido. FFF é a sigla "open-source" para máquinas de mesmo princípio e significa Fused Filament Fabrication, ou Fabricação por Filamento Fundido.

1 - Os materiais são hidroscópicos!
Frequentemente a Stratasys é alvo de críticas por seus cartuchos caros para as impressoras, e minha réplica é: "quantos trabalhos vocês perdeu por causa de material ruim?". Os cartuchos protegem o filamento de absorver a umidade do ar. Se pensarmos dimensionalmente, a umidade por si não é ruim, a variação dimensional de uma peça seca ou molhada é pequena. O problema é o efeito da água no cabeçote! A água ao expandir dentro do cabeçote extrusor pode resultar em três falhas ruins: peças rugosas, devido ao vapor da água competir com o filamento na saída do bico. Constantes rompimentos do filamento dentro do cabeçote, ou o pior cenário, o filamento se partir depois do rotor de tração e antes da câmera quente, forçando-o a abrir o cabeçote.

2 - A impressão é ortotrópica:
A deposição de filamentos faz com que a impressão tenha um eixo de maior resistência. Toda força que for realizada numa peça impressa, que for paralela ao sentido das camadas, terá a máxima resistência, enquanto todas as forças realizadas numa peça que seja perpendicular às camadas de deposição terá a mínima resistência. Tenha isso em mente ao projetar peças que sofrerão esforços.

3 - Termoplásticos geram campo eletro-estático
Todos os termoplásticos geram campo eletro-estáticos. Se você for solicitado para construir, digamos, uma carcaça de celular, cuidado, a placa e os contatos da bateria podem gerar campos elétricos que podem fritar sua placa, ou você pode estar produzindo o próximo galaxy note 7 do mercado. A Stratasys possui dois materiais com propriedades, e os corretos aditivos para isso, para serem dissipadores eletro-estáticos, o ABS-ESD7 e o PEKK.

4 - Compatibilidade com comida e toxidade no ar
Por definição termoplásticos são tóxicos. Respirar o ar de um ABS em chamas, ou fumar uns 20 cigarros ao mesmo tempo dá no mesmo. Dá para morrer disso inclusive. Por sorte, diversos estudos revelam que a velocidade das impressoras 3D não conseguem produzir uma quantidade tóxica de poluição. com relação à comida, a Stratasys oferece o ABS-ISO e o PC-ISO, materiais com certificação médica, hipoalergênicos, anti-bacterianos, materiais com certificação médica completa, logo é fácil extrapolar para comida, mas não se engane, o único material com a certificação Food Content é o ULTEM 1010, com certificação para fármacos e alimentos FTA.

5 - Termoplásticos Sublimam!
Termoplásticos sublimam, isto é, passam do estágio sólido para gasoso sem atravessar o estágio líquido da matéria. Quando vamos imprimir um novo termoplástico, devemos levar o material a um estado chamado de "ponto vítreo" ou "ponto de vitrificação", do inglês, Glass melting Point, aquele 1°C à baixo da transição de sólido para gasoso quando o polímero atinge o ponto de máxima fluides. Isso é importante para engenharia de materiais, para criar novos materiais para impressão 3D, e é importante ter em mente isso, mais o grau de cinzas que um material deixa, para pensar em fundição por modelo perdido. Sim, com ABS ou PLA é possível criar modelos para fundição por modelo perdidos!

Posted on terça-feira, janeiro 03, 2017 by Emanuel Campos

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1/02/2017

O ano de 2016 foi marcado por grandes novidades em materiais e máquinas e gostaríamos de listar algumas dessas novidades para vocês.

1 - A Boa Impressão 3D:
Foi o ano que a Stella se tornou grande, e tenho quase certeza, foi o ano de lançamento da impressora 3D mais acessível do mercado nacional. Uma impressora abaixo dos 3000 reais, com área de impressão 200x200 e 200 mm de altura!

A explosão teve seu preço, e hoje a máquina tem 25 dias de espera para adquirir a sua, mas sem dúvida, foi um grande passo para a divulgação da impressão 3D no mercado nacional! Parabéns à empresa Boa Impressão 3D e à Stella. Disponível através do site:
https://boaimpressao3d.com.br/



2 - Stratasys aposenta o STL em suas impressoras FDM e FFF
2016 também foi o ano que a Stratays decidiu diminuir uma das chances de erros na impressão 3D, a conversão para STL. Este ponto crucial pois nenhuma impressora pode produzir um arquivo melhor que o STL recebido. O GrabCAD Printer e o MakerBot Printer agora abrem nativamente arquivos CAD, CATIA, SolidWorks, SolidEdge, NX, PRO/E, STP, IGS, e claro, até o STL. A previsão é de muito em breve envolver as PolyJets também numa só plataforma de impressão, que também facilita a vida de quem tem muitas máquinas em seu escritório/fábrica/casa. O STL existe desde 1983, e esse ano completou então 33 anos. Menos que o INSS brasileiro, certo?

3 - HP se lança no mercado de impressoras 3D
Nas palavras do site 3Dprint.com, "assim como crianças contam os dias para o natal, jornalistas e analistas esperam pela impressora 3D da HP". Ela já foi anunciada uma três vezes ao longo dos três últimos anos, mas nunca era lançada. Parece que esta espera pode chegar ao fim. Usando um sistema misto de powder-binder com sinterização, a impressora promete velocidade, cores e resistência mecânica, basicamente, todos os pratos de uma mesma balança, numa só peça, mas só esperando para ver. A máquina terá 400x300x400mm e alega poder fazer no mesmo tempo que uma FDM produz 50 peças e uma SLS produz 250 peças, eles podem produzir 2500 peças! Nada mal no campo das promessas, vamos esperar para ver esse bebê na produção.

4 - Novos materiais FDM
Se o processo FDM é um processo antigo, e com pouco espaço para inovação real em seu processo, sobra espaço em materiais. Basicamente imprimir em FDM é combinar a temperatura de vitrificação e a viscosidade do material para que ele seja depositado de forma contínua e com cura uniforme. A Stratasys esse ano revelou o PEKK, poli-ether-acetal-acetato, um ULTEM com dissipação eletro-estática, anunciou o Nylon6, prometeu o Nylon com fibra e terá muita coisa vindo ainda, no campo de materiais definitivos, baseados em super-polímeros para produzir peças finais, e prontas para colocação no trabalho, seja numa linha de produção, seja num avião, ou numa espaço nave. A MakerBot também lançou o seu super-PLA, o Tough-PLA, um PLA com as propriedades mecânicas do ABS, capaz de ser impresso nas máquinas Quinta geração e no outro lançamento do ano, a família quinta geração plus: MakerBot 5+ e MakerBot Mini+.

5 - Inifity Build
Para mim, que trabalho numa revenda da Stratasys, a LWT, é quase impossível não me atentar aos lançamentos da Stratasys, então sou muito suspeito, e não por acaso três itens da minha lista são da própria Stratasys, mas não há como negar que a impressão infinita é um dos cases do ano. A combinação de uma impressora 3D, a colocação da mesa de impressão no eixo XZ e aliar a isso um robô, permite que você possa virtualmente imprimir peças infinitas! A cada vez que o "envelope" teórico é atingido, o robô simplesmente move a peça um pouco para fora da máquina e a impressão continua de onde parou. Já foi impresso, além do aviãozinho desta foto, o interior completo de uma aeronave com 8metros de comprimento! A outra vantagem do robô é a possibilidade de imprimir também tramas feitas ao longo dos 3 eixos de deposição, e não apenas no eixo XY, ou nesse caso, XZ, criando peças mais homogêneas e mais isotrópicas.



É impossível fazer um top five de um ano tão incrível, mas para vocês, o que foi que faltou nessa lista? Deixei seus comentários e sugestões e nos vemos ao longo desse ano que será incrível! Bem-vindos à 2017!


Posted on segunda-feira, janeiro 02, 2017 by Emanuel Campos

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1/01/2017


Que este ano seja a realização de seus sonhos, a materialização de suas ideias, e que seus trabalhos sempre causem boas impressões!

Um grande ano, votos da equipe do Impresso 3D, Ianina, Caravante, Jean e eu, Emanuel Campos.

Sejamos um com a força e que a força seja uma conosco!

Este ano teremos palestras, workshops, cursos de impressão 3D, presenciais ou à distância, e uma série de eventos e novidades! Fiquem ligados.

Posted on domingo, janeiro 01, 2017 by Emanuel Campos

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