8/18/2017


NÃO. Essa é a resposta. E definitivamente, não. Estive observando algumas características das impressoras mais baratas disponíveis no mercado brasileiro não pude deixar de notar alguns pontos fortes comuns da maioria delas.

Quando falamos de impressoras 3D de baixo custo, no Brasil, na verdade não estamos falando exatamente de impressoras baratas, mas sim nos referindo às menos caras do marcado. E digo isso porque os menores preços encontrados para impressoras 3D em terras tupiniquins beiram os 2 mil reais, e são modelos custam entre 200 e 300 dólares nas terras do tio Sam. Algumas ultrapassando a casa do 4 mil reais.

Os preços são diversos, mas uma característica é unânime: todas elas derivam de um mesmo projeto, com origem no movimento RepRap, e são, inclusive, muito parecidas fisicamente.

Observando alguns detalhes de construção e funcionamento, um ponto em especial me chamou a atenção: a maioria é do tipo “cartesianas”, com frames em MDF ou acrílico, cuja mesa avança e retrai, para frente e para trás, sempre no mesmo plano XY, enquanto o extrusor trabalha lateralmente, para a direita e para a esquerda, e também sobe no eixo Z conforme a peça impressa cresce na direção de Z.

Uma das principais vantagens deste sistema é que o plano XY em que a mesa trabalha fica a uma distância relativamente pequena da superfície onde a impressora está apoiada, e isto resulta em menos vibração com relação aos modelos cuja mesa começa lá em cima e vem descendo conforme a peça “cresce”.

Mesmo com a vibração da mesa que se movimenta para frente e para trás, esta característica é uma vantagem, e a explicação tem base nas leis da física: quanto maior é a distância entre a mesa (da física, braço), maior é a amplitude do movimento ou vibração que a impressora faz (força física conhecida como momento).

Mas aqui cabe bem duas ressalvas: para garantir que esta vantagem seja, de fato, uma vantagem (1) a superfície em que a impressora está apoiada deve ser estável, tal como uma mesa ou bancada com 4 pernas fixas e firmes, uma bancada de alvenaria ou concreto, ou qualquer outra superfície que seja estável o suficiente para não ser balançada com as mãos, e (2) os eixos da impressora devem estar devidamente limpos e lubrificados com uma pequena quantidade de “óleo de máquina” ou qualquer outro lubrificante para partes móveis recomendado pelo fabricante.

Fora isto, um outro fator confere vantagem para as impressoras de menor custo: elas utilizam, em geral, o sistema “direct drive”, em que o “motorzinho”que puxa e empurra o filamento fica instalado logo acima do extrusor. Tal fato é vantagem com relação ao sistema “bowden”, que é aquele em que o motorzinho fica atrás da impressora, e conduz o filamento através de um “tubinho” de material antiaderente, seja ele teflon ou qualquer outro. Esta vantagem consiste no fato de que a precisão do movimento de retração da impressora é maior quanto mais perto o stepper (motorzinho) fica do extrusor, resultando em menos “blobs”e “cabelinhos” na impressão. Além do mais, o “direct driver” oferece uma facilidade muito maior ao se trabalhar com filamentos flexíveis, que pode se tornar uma tarefa impossível em uma impressora com sistema “bowden”, dependendo da composição do filamento flexível.

Como é de se esperar, o “direct driver” apresenta também desvantagens, sendo a principal delas o fato de agregar mais peso ao “cabeçote” da impressora 3D, tornando-a naturalmente mais lenta que as impressoras com “bowden”. No entanto, o assunto central aqui é a qualidade das impressões, ficando a velocidade de impressão em segundo plano conforme esta abordagem.

É claro que, apesar das vantagens e desvantagens de cada tipo de impressora, o mandatório para garantir uma impressão “lisa” e de qualidade vai além da construção da impressora, ou do fato se a mesa de impressão desce, anda para frente e para trás, se o motorzinho fica no cabeçote ou atrás. O fator crucial para obter uma ótima impressão é o conjunto de configurações entre velocidade de impressão, altura da camada, velocidade e distância da retração, ausência ou presença do cooler, bem como sua velocidade de trabalho, entre outros fatores.

Dado que cada impressora, materiais e lotes de filamento são diferentes, o melhor caminho para chegar em uma ótima impressão é a experimentação, a tentativa e o erro, as trocas de experiências e as visitas ao caderninho de anotações. Em suma, obter uma impressora de qualidade tem mais a ver com a perspicácia do impressora que com o preço da impressora.

Por Luiz Henrique Okusu

Print Factory

Jaú/SP (envio para o Brasil todo)
Seth 3D & Mousta
14 3814-7199
m.facebook.com/printfacturing

Posted on sexta-feira, agosto 18, 2017 by Emanuel Campos

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8/17/2017

Bom, na essência de provar que a Terça com Especialistas do Anderson Godoy tem sido incrivel, e eu fui a banda de abertura, hehehe, agora o convidado e o Cláudio Sampaio, você deve conhcê-lo como Patola, a quem cito na minha própria palestra sobre materiais.

Patola é um dos especialistas sobre impressoras 3D open source e um grande entusiasta da comunidade, e enquanto eu me considero teórico, ele é muito prático, empírico, experimentador, uma assumidade no mercado.

quem quiser saber mais, ou participar: http://escoladeimpressao3d.com.br/tercas-com-especialista/

Posted on quinta-feira, agosto 17, 2017 by Emanuel Campos

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Essas órteses AFO ou goteira é para uma menina de dez anos de idade que não anda, ela vai utilizar a órtese para alongar os músculos para não encurtar e para posicionar os pés dela, ambos são virados para a parte interna da perna e a órtese vai ajudar no posicionamento de ambos.

A DS Impressão 3D foi criada com o intuito exclusivamente para atender a pessoas que possuem algum tipo de necessidade especial fornecendo produtos personalizados ou seja, o produto será de uso exclusivo do paciente e claro dar uma melhor condição de vida ao paciente e em alguns trazendo mais independência ao mesmo.

Contamos com o apoio de médicos e de uma terapeuta ocupacional que trabalha diretamente conosco e eu fico mais na parte comercial e encarregado de desenvolver os produtos para os pacientes.

Com a tecnologia 3D podemos fornecer produtos personalizados, leves e de boa qualidade que irão atender as necessidades dessas pessoas que necessitam desde uma tala ou até mesmo uma órtese de membro superior ou inferior.

Voltando a menina, ela fala normalmente, movimenta os braços e tem sequela de lesão medular.


Posted on quinta-feira, agosto 17, 2017 by Emanuel Campos

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8/16/2017

www.fabrica3d.co

A Fábrica 3D é uma empresa situada em Santa Rita do Sapucaí-MG, o Vale da Eletrônica. Há mais de dois anos no mercado, realiza serviços de impressão 3D, atendendo encomendas de pessoas físicas e empresas de todo o território nacional. www.fabrica3d.co

A empresa atende os perfis de clientes como colecionadores de personagens de filme e games, pessoas que precisam de pequenas lembranças para eventos, empresários que precisam de serviço de prototipagem rápida.

Os pedidos são recebidos pelos nossos canais de contato como telefone, e-mail e redes sociais. O cliente pode enviar um arquivo (modelado em 3D) e nós realizamos o orçamento da impressão. São realizadas impressões de infinitos tipos de objetos, utilizando tecnologia desenvolvida pela própria empresa.

A Fábrica 3D tem como objetivo resolver o problema do cliente, que precisa de um serviço rápido e de boa qualidade.


Posted on quarta-feira, agosto 16, 2017 by Emanuel Campos

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8/15/2017


Tenho atualmente 2 movtech cubica. Bom, trabalhei até 2011 na engenharia de uma empresa que já consumia serviço de impressão 3D para validar a montagem e design dos produtos desde 2008.Era caríssimo produzir um protótipo na época.

Até então eu imaginava que a impressora 3D era uma maquina de outro mundo gigantesca totalmente fora da minha realidade ter uma em casa. Até que em 2012 a revista Info publicou uma matéria sobre as RepRaps juntamente do contato do pessoal que estava iniciando com isto aqui e tão logo quanto imediatamente entrei em contato e já entrei no forum, participei dos encontros REPRAP e em 2013 montei minha prussinha. Eu vinha mais usando a impressora para imprimir coisas imuteis do Thingiverse e as vezes fazendo caixas para meus projetos eletrônicos e peças para empresa em que eu trabalhava. 

Em 2015 eu e minha esposa fomos demitidos por cortes na empresa. Com pouquíssimos recursos coloquei um anuncio na internet e comecei a fazer impressões para fora com a Prussinha, mas logo começaram os problemas, pois ela perdia a calibração com frequência, o circuito eletrônico falhava de tempos em tempos, o fato de não ser carenada empenava peças grandes e quase arranquei os cabelos tentando estabilizar ela para ser produtiva e ela vivia atrasando a entrega dos pedidos.

Então comprei uma cubica da Movtech e a maior parte dos meus problemas acabaram.A maquina é muito estável, a área de impressão é maior, ela não perde a calibração, mas o único defeito é que não ia bem com PLA. Fiz algumas modificações na extrusora e aí ficou redondo! Imprimo com qualquer material sem dor de cabeça e quando enrosca levo na Movtech e eles consertam a impressora com muita agilidade ou me arrumam outro equipamento para não ficar parado. Mas é raro necessitar do suporte deles. Recomendo muito o trabalho da Movtech.

E depois disso passei a procurar empresas para oferecer o serviço, e graças a venda consultiva, capricho na impressão e o bom atendimento, quem compra  sempre indica e volta a pedir mais impressões!

Não vou dizer que este negócio dá rios de dinheiro, porque tem muita gente fazendo o mesmo que eu, inclusive na mesma situação de buscar esta oportunidade por estar desempregado, mas consigo viver deste negócio e quando se gosta do que faz as coisas fluem bem !

Saiba mais sobre nosso trabalho em nossa página no facebook.
Visite nosso site : http://www.montaprototipo.com.br

Posted on terça-feira, agosto 15, 2017 by Emanuel Campos

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8/14/2017

Não vou mentir, demorei, atrasei, me compliquei. Em parte estou em disputa com a UOL, pelo email de *$#$)# que me oferecem como parte da hospedagem, que qualquer link, eles já acham que eu estou tentando mandar email marketing, e o bloqueiam. Em outra parte, eles são super "cuidadosos" com o seu email, e qualquer coisa que você receba, que não esteja na lista de contatos, vai para o SPAM.

Já estou buscando novo provedor.

Mas o fato é que eu recebi alguns novos parceiros para nossa "lista telefônica"da impressão 3D e eu gostaria de divulgar aqui, para vocês, com exclusividade pelo tempo que levou:


TreeDee Impressões 3D e Prototipagem
Meu nome: Carlos Eduardo de Santana Marques Telefone para contato: (18) 99733-8343 Facebook: /treedee3d Instagram: @treedee3d 
E-mail: contato@treedee.com.br
 Site: www.treedee.com.br Cidade: Assis – SP Máquina que possuo: Graber i3





Me chamo Rafael e faço parte da equipe da Blu 3D, design e impressão 3D. Nossos equipamentos são, Form 1+ (SLA), Vooltd 3D (200 x 200 x 180) e Graber acm ( 200 x 200 x 180). Nosso contato é 54 98100-6352, contato@blu3ddesign.com e site blu3ddesign.com. Atendemos todo o Rio Grande do Sul.




Posted on segunda-feira, agosto 14, 2017 by Emanuel Campos

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8/11/2017


Clique para saber mais!
Tive a honra e o privilégio de ser um convidado para uma "terça com especialistas" da Escola de impressão 3D, com Anderson Godoy, e tive uma honra ainda maior de ser convidado pelo próprio para ser divulgador de seus trabalhos e de seu curso.

Ele realiza um trabalho brilhante no ensino de impressão 3D, pois seu interesse vai além de ensinar o público a montar impressoras 3D, ou de vender o filamento, do qual, já era fã antes da fama, mas vai em realmente, sinceramente, formar os usuários, com aulas de apoio, com convidados como Alexandre Araveccia e Roberto Camanho dando aulas em seus cursos. Na busca de literaturas complementares, na continuidade do ensino que realiza.

Eu tenho um grande orgulho de tê-lo conhecido e de recomendar seus cursos, dos quais, ainda espero por mais uma chance de falar novamente a seus alunos, será uma grande honra.

Digo mais, quando o Francoleno da FATEC-ZL de plásticos, quis fazer de seu trabalho de graduação a criação de uma nova liga para impressoras 3D, mais barata, mais durável, mais fácil de utilizar, quem foi o único que se dispôs foi o Anderson, que abriu espaço em sua fábrica para uma tentativa. Uma tentativa que eu próprio falhei em produzi na empresa em que eu estava na época.

 Por esse empreendedorismo, e por essa dedicação, que sou feliz em indicá-lo como um ótimo instrutor, e um ótimo host. E recomendo seus cursos. Ele é alguém que tenta, na prática, a fazer mais.

Posted on sexta-feira, agosto 11, 2017 by Emanuel Campos

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8/10/2017



Re-up do nosso antigo Printing tour, agora chamado de Impresso3D Visita, sobre o curso que fiz em Israel.
Foi uma oportunidade única e com a qual pude aprender muito.

Posted on quinta-feira, agosto 10, 2017 by Emanuel Campos

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8/09/2017



Eu não canso de repetir a minha esposa como admiro o que esse cara, Devin, do Maker Anything, consegue fazer mil coisas. Ele tem de tudo: Inventor Fusion, SolidWorks, um computador que funciona, várias impressoras 3D, diferentes e diversas canetas 3D, e uma criatividade e um talento inatos.

O máximo que eu fiz foi por fogo no escritório, tentado criar uma "Smooth Chamber" de acetoma para ABS, com uma cafeteira velha, acetona, isqueiro e uma ideia de girico, colocar fogo na acetona...

Agora, o gatilho para esse vídeo foi o que ele fez com uma MakerBot 2, que daria também muito bem, para fazer numa MakerBot 2X, troca de bico, troca de setup, vase mode. Eu gosto desse vídeo, pois toda vez que alguém fala que a MakerBot é engessada, eu falo da MakerBot 2X, the experimental 3D printer.

O sobrenome Experimental não se trata de uma alusão imaginária a Jimmy Hendriks "lets do some experiences", mas sim do fato de ser uma impressora raíz makers, aberta, open-source, editável, difícil de domar às vezes, mas sem dúvida a mais versátil a família, confiável, uma vez domada, para quem quer resultados com repetibilidade, e aberta, para quem quer explorar novos resultados.

Vejo muita gente reclamando da MakerBot, como quem reclama de um iPhone, sem nunca ter tido um. (eu tenho um windows phone). Gente que reclama como a empresa fechou o código aberto, sem nunca ter usado código aberto, mas que usa sim, thingiverse e grabcad, espaços e redes sociais de makers, mantidos por aqueles que compram a MakerBot, e dá dinheiro assim, a empresa do Brooklin para manter estas mesmas redes, por hora, grátis, abertas.

Sem mencionar que ela foi a pioneira em impressão 3D, para o bem ou para mal. De infantaria a boi de piranha, muitas empresas "certinhas" que vieram depois, sabiam onde não pisar por que a MakerBot foi ali e pisou, e da mesma forma, souberam como começar suas carreiras.

Minha defesa não desmerece as novas, eu mesmo gostaria de ter uma ZMorth, depois de comprar minha 2X novinha, e uma MakerBot Mini, para manter ao lado da minha CNC CupCake... afinal, Apple e MakerBot têm também isso em comum, uma linguagem visual, uma espécie de assinatura, com seus produtos, até hoje.

Posted on quarta-feira, agosto 09, 2017 by Emanuel Campos

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8/08/2017




Bibliografia: saber o que alguém fala é também saber de onde ele fala. Qual base? Qual literatura lhe dá bases?

Não tenho vergonha, ao contrário, tenho muita alegria em citar as obras que me permitiram chegar onde estou, e estou sempe aberto a conhecer novas obras, a aprender mais. Estes são livros fantásticos que tenho e tive a alegria, no caso dos livros brasileiros, de conhecer seus autores.

Neri Volpato, Dr. Jorge Vicente Lopes, Cristiane Ulbrich, pessoas que admiro demais, com quem aprendi demais e que um dia, espero até, ser lembrado por elas por alguma ajuda que eu possa ter dado.

Recomendo, de coração, estas obras. Lidas, entendidas, e aprovadas.

Posted on terça-feira, agosto 08, 2017 by Emanuel Campos

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Vou te falar, é um time de peso que veio depois de mim nestas terças com especialistas, me faz sentir ainda mais honrado em ter sido convidado a participar! Depois de mim, veio "só" o Roberto Camanho, e agora, bicho, vem Alexandre Aravecchia, um os maiores nomes em linux na educação, em Arduíno e em impressoras 3D, com um passado CAD que eu vou te falar, os posts-depoimentos dele formaram o melhor livro de não ficção do ano.

Renderizar CAD com um 386? Fazer cinemática com um CAD sem cinemática? Comprar briga com uma cidade inteira (dentre engenheiros/projetistas, ao menos)? Ele fez tudo isso, e muito mais!

Venha conferir na A escola de impressão 3D, do Anderson Godoy, você não vai se arrepender!


Posted on terça-feira, agosto 08, 2017 by Emanuel Campos

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8/07/2017



Posted on segunda-feira, agosto 07, 2017 by Emanuel Campos

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8/04/2017





Comprei uma caneta chinesa para fazer uma impressora 3D, a ideia segundo o site que estou seguindo, é que uma caneta chinesa é mais barata e mais fácil de montar para uma impressora 3D que o hot-end, motor de tração do filamento, dutos de silicone, diminuindo assim, os custos de montagem e a complexidade da montagem. Logo mais, a TuyuBot chegará ao mercado, hehehehe




Mas talvez, com outra caneta. Estava tão convencido que estas canetas são porcarias, que quebram ao toque, que eu não imaginava que fosse ficar com ela muito tempo, só que a danada já imprimiu com PLA Wood, abs, pla e elastômero, e segue funcionando.



Em comparação com a caneta 3Doodler, ela custa um terço do preço, usa filamentos de 1,75mm, que são mais fáceis de achar, e têm mais opções que os filamentos de 3mm. É mais leve, mas se nota que a armação toda é barata e provavelmente mais frágil. Mas no final do dia, o que importa, é que ela é mais barata e mais flexível em questão de materiais, ainda que o filamento menor, e o bico menor, façam que se leve mais tempo para preencher uma forma do que levaria com a 3Doodler, e seu filamento de 3mm e.bico de impresso convencional, de 0,4mm.

Posted on sexta-feira, agosto 04, 2017 by Emanuel Campos

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8/02/2017


Excelente oportunidade de conhecer a aplicação da impressora 3D na medicina, e o Guto só tem um pouco mais de estrada do que eu próprio, já que ele já era gerente da Sisgraph há algum tempo, quando eu entrei lá, em 2000... Esse conhece muito!

Posted on quarta-feira, agosto 02, 2017 by Emanuel Campos

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Qual o papel da tecnologia na arte? É um novo capítulo ou um novo cinzel? Marcelo Pasqua nesse bate papo incrível com a produção da Wacom dá uma pista, na forma como o digital complementa suas criações tradicionais, mas também há pontos onde apenas por meio da tecnologia, a mesa digitalizadora, o scanner ou a impressora 3D se pode obter determinadores resultados.



Seja através da impressão de obras de arte, quadros tradicionais, através da técnica de Lithophanes, com espessuras e alturas, para ser táctil, e ao mesmo tempo, impresso em transparências, para ser indistinguível pela visão tradicional: não apenas brinda acessibilidade ao não vidente, como também dá uma amostra a quem vê, o que é não ver.



Ao longo do tempo, as ferramentas de arte se transformaram, novas tintas, das bases a óleo às vinílicas, dos pinceis de cauda de cavalo, a fibras desenhadas trama a trama para uma pincelada mais fluída. Mudar a ferramenta, agregar ferramentas, não muda a arte, afinal como li certa vez, é arte, sempre que mexer com você, assim simples.

Posted on quarta-feira, agosto 02, 2017 by Emanuel Campos

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8/01/2017


O excelente livro: The Zombie Apocalipyse Guide for 3D printing, está com um descontão que eu não sei quanto tempo vai durar, de 77 reais, por 25! Quem quiser aproveitar, a hora é agora.

Eu não sou promoter da Amazon, e não ganho um centavo com a indicação, é de coração, ok?

sobre o livro: um livro básico, mas com muita leveza e um certo senso de humor sobre como lidar com a impressão 3D, para iniciantes, e macetes válidos para veteranos, coisas que ao menos explicam aquilo que já sabemos empiricamente. Somente na versão gringa, ok?

Compre aqui:


Posted on terça-feira, agosto 01, 2017 by Emanuel Campos

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Primeiro Shapeways recebe a primeira impressora HP MultiJet Fusion, agora China celebra seu modelo entregue. Ainda há pouco dela trabalhando, mas recordo a promessa, ser dez vezes mais rápida que as Multijet tradicionais, a cores, e de grande resistência. Alta velocidade, resistência, e um preço razoável de matéria prima?



A coisa parece séria...

Posted on terça-feira, agosto 01, 2017 by Emanuel Campos

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As principais preocupações com a indústria do futuro, a chamada manufatura 4.0, e que não se enganem, ela já é realidade, é com o sumiço do emprego advindo da automação de tarefas. A Dassault já chama sua gestão de 3DExperience de governança invisível, quando o próprio softwares já faz a integração de todas as distintas plataformas que gerem uma empresa. Pesquisas diversas revelam que mais da metade dos empregos atuais devem sumir nos próximos 20 anos. Algumas pesquisas alardear 80% dos empregos atuais.

Desde varredores de rua a departamentos de contas a pagar devem sumir. A nova forma de consumir também deve afetar as indústrias atuais. Numa pesquisa recente, revela-se que praticamente todos os jovens que nasceram a partir do novo milênio já não tem no carro, o primeiro grande sonho de consumo, para os milênios, carro é algo que você chama por aplicativo para te levar e buscar. Hoje a Tecla, que entregou 75.000 veículos em 2016, já passou o valor de mercado da Ford e da GM, onde cada uma entregou 10.000.000 de séculos no mesmo ano. A percepção que o carro vale cada vez menos, e que caros ecologicamente corretos, autônomos serão a escolha real dos poucos que venham  comprar carros no futuro.

Neste cenário, a educação tem papel fundamental, não apenas por que os poucos empregos que virão serão destinados aos super capacitados, capazes de análises e decisões, inda além da inteligência artificial, mas também preparar um futuro de pessoas capazes de serem seus próprios patrões. Educação financeira, conhecimento em processos produtivos, acesso a ferramentas de criação. STEAM, cultura Makers, DIY, TinkerCAD, Arduíno, Scratch, Lego mindstorm, Raspberry etc.

Já não se trata de vender impressoras, se trata do futuro  e nossa  sociedade.


Posted on terça-feira, agosto 01, 2017 by Emanuel Campos

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7/31/2017


Graças a Alcateia e MakerBot tive a oportunidade de falar sobre educação e STEAM, que levam ao uso das impressoras em sala de aula.

A importância desta ação transcende todos os objetivos comerciais, trata-se de garantir o futuro aos alunos, e pode soar como exagero, mas me acompanhe: a manufatura 4.0 já está em marcha e sua transição é inexorável, um mundo de Black-planta, fábricas autônomas, que de tantos robôs, nem se precisa acender a luz, fábricas, com mínima, ou nenhuma geração de empregos.

Esse movimento é inevitável, e já está acontecendo, mas e quanto ao resto de nós? Enquanto Mark Zukenberg passa a defender uma bolsa dada pelo governo, a todos os cidadãos, para suprir a falta brutal de trabalho e emprego nos dias que virão, eu preferi potencializar as pessoas que possam fazer seu próprio emprego e geração de empregos, mas para isso dependo do professores.

Uma das experiências in loco mais legais que já tive foi o colégio Marista, onde os alunos aprendem Lego MindStorm, Scratch, Impressão 3D e desenho por minecraft CAD! Essas crianças de sexta a oitava série vão sair da escola com mais bagagem que eu saí da faculdade!

Foi uma semana incrível, que só posso agradecer a Alctei, Makerbot e ENG, pela chance de falar!

Posted on segunda-feira, julho 31, 2017 by Emanuel Campos

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7/21/2017



Foram 535 posts revistos, 45 apagados, velhas promoções do meu livro, convites para eventos de 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016, e todos os posts restantes passaram por recategorizações.

Agora é mais fácil filtrar por aquilo que você quer ler de fato: dicas, artigos, News, criatividades/empreendedorismo, sessões como Impresso 3D Visita, Impresso 3D Dicas, Reviews.

Gostou da organização? Deixe seu comentário sobre como o blog pode ser ainda mais útil para você!

Ah, não se esqueça que nosso canal do YouTube tem sido atualizado, toda segunda e quinta feira, confira!

Posted on sexta-feira, julho 21, 2017 by Emanuel Campos

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7/20/2017


A M3D foi uma paixão à primeira vista, depois de tantos anos numa vida de nômade, ou melhor, caixeiro viajante, portabilidade e simplicidade se tornaram muito importante para mim. Pode ser um trauma da época que eu ia instalar as pesadas Silicone Graphics UNIX e os IBMs Rick e seus monitores super densos, quase capazes de produzir luz própria de tão densos...

Com a M3D basta coloca-la na mochila e viajar, quando quiser, coloca-la na tomada, liga-la no USB do computador, e usá-la. É lerda, mas é tão bem feita em tantos detalhes, que vale a pena. Um software lindo, de imersão na impressora. O software é leve, sem perder nada, tem um settings avançado, e mesmo sendo uma solução proprietária, ainda admite GCode gerado por outras plataformas, como o Simplify3D, ou o MakerBot Desktop para Windows XP (versão 2.0 ou anterior).

No geral, não é uma impressora para prestação de serviços, ainda que seja extremamente barata, 249 dólares, ela não dá conta de produção por ser lerda, tirando isso, é excelente, ideal para ter em casa, já que é absolutamente silenciosa, segura para ter num ambiente com crianças, embora um conectar magnético de força fosse melhor, já que é tão leve que até meu filho de um ano consegue puxá-la pelo cabo de força.

A respeito de materiais, ela tem os cartuchos da própria M3D, que cabem embaixo da mesa de construção da peça, que você vê na foto acima, e são um pouco mais caros que os do mercado. Pode operar com ABS, PLA, Elastômeros e um material que muda de cor conforme a temperatura, chamado de Chameleon, mas a grande vantagem é que ela aceita também materiais de outras origens, sem problemas. Um alerta: ela não tem mesa aquecida, e nem é fechada, assim imprimir em ABS é difícil, mesmo peças tão pequenas como as que produz (ela tem 80x80x100 de volume de impressão), a peça tende a descolar da mesa. Uma solução é usar BuiltTank, uma película vendida na Amazon que é muito boa, e dá uma amenizada no empenamento.

Posted on quinta-feira, julho 20, 2017 by Emanuel Campos

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7/19/2017

CEO da FormLabs "Max" Lobovsky

Quem assistiu ao documentário do Netflix, Print the Legend, deve se lembrar que ele aborda duas empresas de impressoras 3D, com diferentes abordagens e diferentes destinos, por um lado, a pioneira MakerBot, fundada numa garagem por três amigos, trouxe ao mundo Bree Pretts, e a primeira impressora 3D de 600 dólares do mundo. Nunca antes, uma impressora 3D custou menos de 45.000 dólares, a Dimension da Stratasys, custava por estes valores em 2009.

Adquirida pela Stratasys, a MakerBot foi catapultada de uma empresa de garagem, para uma multinacional com produção na China, e máquinas Prosumer que se apresentam como o iPhone da impressão 3D, ao mesmo tempo incrivelmente confiáveis, e com um eco sistema riquíssimo de recursos: Thingiverse, MyMakerBot, MakerBot Desktop, MakerBot Print (para iOS, Android, Windows e MAC, e capaz de abrir arquivos nativos do CAD nas plataformas Windows) e o MakerBot PrinterShop para iPads.

Em paralelo, um grupo mais jovem, e mais ousado, não se arriscou com máquinas de entrada, em.madeira e afins, e partiu para o tudo ou nada no Kickstarter, um famoso site de financiamento coletivo, um local onde pessoas compram antecipados o produto, por um bom desconto e prêmios extras, na expectativas que o produto atinge o financiamento solicitado. Se o produto atingir, digamos, 100.000 dólares, todos que financiaram o produto o recebem antecipadamente, e se não for financiado, recebem o dinheiro de volta. Pois bem, a FormLabs foi a primeira a atingir mais de um milhão de dólares no financiamento coletivo, e a máquina saiu do papel.

Mas... Produzir três protótipos era uma coisa, na hora da produção em série das máquinas, descobriram um problema no laser. Para piorar, a 3DSystems entrou numa batalha legal por patentes com a empresa, e tudo isso, atrasou a entrega das impressoras. Tornando curta a história longa, a FormLabs permaneceu independente, e teve que crescer por seus próprios méritos, mas ela conseguiu...

A empresa, que já foi elogiada por Terry Wohlers, como uma empresa que iria remoldar o mundo da impressão 3D, agora trouxe para sua bancada diretora, ninguém menos que Carl Bass, ex-CEO da Autodesk! Demorar para crescer é chato, mas sem dúvida, crescer só, tem seus méritos. A comunidade de usuários é tão unida, que no último encontro rolou até doação de miniaturas da impressora, feitas pela impressora em sí. Uma febre...

Para ler mais sobre o novo membro diretor, acesse: http://www.businessinsider.com/autodesk-ceo-carl-bass-joins-formlabs-board-2017-7

Posted on quarta-feira, julho 19, 2017 by Emanuel Campos

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7/18/2017


Pois bem, depois de anunciada publicamente em 2014, e repetidas vezes, ano após ano, finalmente uma nota pública à respeito da impressora 3D da HP: o anúncio que a Shapeways adquiriu seu modelo, uma das maiores prestadora de serviços do mercado, quase que especializada em design de joias, roupas e vestíveis em geral, através de impressoras 3D, e agora munida de sua máquina da HP.

É difícil definir o porque da demora e de tantos e repetidos anúncios de lançamento dessa impressora, só podemos conjecturar que se tratou de alguma batalha jurídica, provavelmente à cerca de patentes, que atrasou a chegada da máquina. Esses processos tendem a correr em segredo de justiça, e quem viu o documentário Print the Legenda, viu a FormLabs sofrendo com esse processo, sendo cobrada pela entrega das máquinas, mas além da dificuldade de achar um laser que operasse como eles precisavam, ainda tinham que esperar o julgamento transcorrer, e sem poder falar nada aos compradores exasperados.


Seja como, a primeira está entregue, o processo Multi-Jet Fusion, alegadamente 10x mais rápido que as Objets, usando uma combinação de gases, luz UV, cartuchos de cores e materiais em resinas, a máquina promete velocidade e resistência às suas peças, as chamadas, end-use-parts, ou peças para imprimir e aplicar. É dizer que é uma baita máquina...

Para ler a matéria completa, em inglês, acesse: https://www.shapeways.com/blog/archives/25462-shapeways-receives-the-first-hp-multi-jet-fusion-3d-printer.html

Disclamer: este não é um blog de News, é de analise das notícias que considero mais relevantes, e as matérias originais, em sua íntegra, pode ser citadas nestes artigos, mas não são, de forma alguma, apenas traduzidos e republicados. Não é nossa intenção, e hoje, mesmo saber inglês, basta ter o chrome instalado para que ele te faça a tradução, certo?

Posted on terça-feira, julho 18, 2017 by Emanuel Campos

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7/17/2017



Em nossa terceira e última parte da nossa visita a SmartPLM, falamos com Maurício Serafim, seu fundador e CEO, e ouvimos um pouco do seu background, do posicionamento do SolidEdge no mercado e das tendências para a Siemens PLM, além de assistirmos a módulos avançados do CAD mid-range da Siemens: engenharia reversa, análise de fluxo e módulo de CAM.

Vejas as outras partes de nossa visita em link no final do vídeo, e assine nosso canal para acompanhar-nos em outras visitas como esta.

Posted on segunda-feira, julho 17, 2017 by Emanuel Campos

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7/14/2017

https://youtu.be/yyoefQ4k4BA
Desta forma não há risco de por fogo no escritório dos coleguinhas!

Posted on sexta-feira, julho 14, 2017 by Emanuel Campos

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7/13/2017



Quando me perguntam qual o melhor scanner 3D do mercado, sou obrigado a falar duas coisas: não é minha praia, sou nascido e criado em impressoras 3D, e o scanner que mais usei na vida, foi o da própria MakerBot, que era mediano a sua maneira, mas eu o adorava, infelizmente, é agora peça do passado, já que não veio para a Argentina comigo.

A segunda coisa que sou obrigado a falar é: já pensou no Kinnect? Puxa, o Windows 10 Creators Upgrade aprimorou o aplicativo 3DScan, que usa justamente o kinnect do Xbox com um adaptador para USB. Sei que o Adaptador é caro, custa uns 600 reais no mercado livre, mas, quem não tem um XBOX, conhece quem tem, e puxa, dado o preço do scanner 3D profissional, eu diria que 600 reais, com margem para devolução, é um gasto sensato.

Daí, todos me perguntam: mas funciona mesmo? Olha, funciona. Veja o que o pessoal do MIT fez com um Kinnect e uma forma estranha de prendê-lo a um ser humano: https://all3dp.com/mit-researchers-uses-microsoft-kinect-3d-scan-gigantic-t-rex-skull/?utm_source=Newsletter&utm_campaign=6780594575-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_9dffeeddae-6780594575-392332609

Posted on quinta-feira, julho 13, 2017 by Emanuel Campos

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7/12/2017


Pode até ser que a esta altura, esta já seja notícia velha, mas achei a nota tão bonitinha, e tão a minha cara, que não resisti a publicar... (é bem piada pronta, vai... tive até que checar se não era outra fakenews, como aquela que dizia que haviam instalado Linux numa batata - para poder acessar ao diretório raiz melhor -, neste caso, a notícia é verdadeira, e veio de vários fontes, todas, fidedignas).

Praticamente todo mundo já deve saber que dá para fazer um relógio de batata, né? Aquela experiência envolvendo duas placas de cobre, limão, uma batata e um relógio digital de pulso, e uma eletrólise acontece como relação do limão e do cobre com a batata, gerando, energia. Pouca, mas suficiente para um dos velhos displays de relógios de pulso dos anos 80, até meados de 90...

Agora, o ninguém esperava é que Marek  Baczynsk fosse tão além. Apesar de uma batata não produzir energia suficiente para um motor elétrico, agregada de alguns capacitores e um uso muito elegante do circuito elétrico, ele conseguiu criar uma batata autônoma! No micro arduino que gerencia o motor, Baczynsk ainda teve a pachorra de colocar um modo aleatório de deslocamento, fazendo com que ela vá para a direção "que quiser".

O único pequeno detalhe é o tempo necessário para carregar um capacitor movido a batata, e sua duração:  7 centímetros a cada 15 minutos, ou seja, quase sete metros ao dia. Batizada de PONTUS, a batata é agora o novo bicho de estimação da casa, onde alegadamente, ainda se move mais que o gato...

Posted on quarta-feira, julho 12, 2017 by Emanuel Campos

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7/11/2017

Clique para ir à página deles

Falamos e visitamos a SmartPLM, por isso, e por que eles lá pediram com carinho, aproveito para divulgar o calendário de cursos daqui até as férias de verão da plataforma e carro chefe da Siemens PLM, anteriormente conhecido por Unigraphics ou UG, e atualmente chamado de NX!

Confira, e querendo participar, já sabe, procure por Marcelo Pimentel em:


Posted on terça-feira, julho 11, 2017 by Emanuel Campos

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7/10/2017


Atualmente, a indústria tem utilizado diferentes tipos de manufatura para a fabricação de seus produtos, como por exemplo: fundição, injeção de polímeros, forjamento e estampagem. Existe uma importante e promissora evolução de um novo método produtivo chamado manufatura aditiva. Este crescimento tem acontecido principalmente pela evolução das máquinas de impressão 3D. A principal vantagem desta nova manufatura é a total flexibilidade no design de novos componentes. A otimização estrutural contribui positivamente para a manufatura aditiva, pois através deste método de otimização é possível criar estruturas com design inovador e com peso reduzido.

Levaremos a impressora 3D para imprimir um caso real e mostraremos os passos de desenvolvimento de um software brasileiro, voltado para otimização de estruturas.

Quarta-feira,12 de Julho |8h30 ás 13h00
Parque tecnológico de são José dos Campos
Inscrição Gratuita | Vagas Limitadas

Inscreva-se: Garanta sua vaga gratuitamente!

Posted on segunda-feira, julho 10, 2017 by Emanuel Campos

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7/07/2017




Tive a honra e privilégio de ser convidado pelo Anderson Godoy da Escola de Impressão 3D, a falar sobre propriedades dos materiais para impressão 3D.

Vou falar sobre propriedades hidroscópica, anisotrópicas, sublimação, e como isso impacta na sua impressão e na aplicação do seu projeto impresso. Vamos passear rapidamente também sobre sinterizados, e suas características.

Para participar, aproveite os preços promocionais exclusivos no link: https://www.sympla.com.br/tercas-com-...

E, claro, mesmo que você não participe, assine o canal do Anderson no YouTube, sempre com ótimas dicas!

Posted on sexta-feira, julho 07, 2017 by Emanuel Campos

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7/06/2017


Tive a honra e privilégio de ser convidado pelo Anderson Godoy da Escola de Impressão 3D, a falar sobre propriedades dos materiais para impressão 3D.

Vou falar sobre propriedades hidroscópica, anisotrópicas, sublimação, e como isso impacta na sua impressão e na aplicação do seu projeto impresso. Vamos passear rapidamente também sobre sinterizados, e suas características.

Para participar, aproveite os preços promocionais exclusivos no link: https://www.sympla.com.br/tercas-com-especialista__163384

E, claro, mesmo que você não participe, assine o canal do Anderson no YouTube, sempre com ótimas dicas!

Vai ser um bate papo bem bacana, prometo!

Posted on quinta-feira, julho 06, 2017 by Emanuel Campos

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7/05/2017


A MosaicManufacturing financiou, de forma coletiva, e trouxe ao mundo seu equipamento chamado Palette+, que nada mais é que um misturador de filamentos, o que é incrível pra caramba, claro. Com ele, pode-se utilizar uma impressora 3D de um só cabeçote, e produzir peças com até 4 cores numa mesma camada.

Falo do equipamento com "nada mais é que", por que o princípio do aparelho é muito simples, ele corta e une diferentes seguimentos do filamento, sem deixar marcas de emenda, para que não enrosque no cabeçote. Não, o grande trunfo aqui reside no software. Capaz de calcular quantos centímetros são necessários de uma cor, pra então fazer  mistura à corvseguinte. O softwre, por hora, só é compatível com Cura+Simplify, mas outras plataformas devem sair em breve.

Para saber mais, acesse: https://www.mosaicmanufacturing.com/pages/software

Dica do Luis Okuso, da 3 PrintFacturing (alias, excelente com News)


Posted on quarta-feira, julho 05, 2017 by Emanuel Campos

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7/04/2017


Um dos trabalhos mais legais que eu fiz com a MakerBot foi justamente usando a plataforma exclusiva para iPad, o PrinterShop, que fizemos dentro do parque infantil no Shopping Eldorado, a Kidzania.

A ação, chamada, futuros brilhantes, envolvia crianças desenharem a si mesmas como adultas, fazendo o que sonhavam que seriam quando crescessem. Depois o desenho era fotografado com o aplicativo da MakerBot Print e então feito em 3D, para a criança levar para casa.

Para dar vazão aos mais de 200 desenhos produzidos, foi criada uma ilha com seis MakerBot 5a Geração, produzindo a todo vapor, ao longo do dia todo de um sábado, do meio dia às seis da tarde. Foi exaustivo, mas foi maravilhoso imprimir dezenas de bailarinas, jogadores de futebol, astronautas, médicos, dentistas  até mais de uma vez, coveiros (?!).

A ação foi uma realização da PromoPonto.


Posted on terça-feira, julho 04, 2017 by Emanuel Campos

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O Doodle3D não é uma caneta 3D, esta mais para o MakerBot Printer Shop que já falamos aqui no blog, um aplicativo para iPad que entre outras funções, te permite fotografar um desenho 2D e cria-lo em 3D.

Através do Doodle3D você pode fazer o mesmo, mas com muito mais recursos de edição e liberdade criativa, e em mais plataformas: disponível para iPad também, mas para Android e até para plataformas online, o que habilita usuários de ChromeBooks, e de Windows Surface 8.1 como eu, a também usar a ferramenta.

Por hora o produto ainda está em pré-venda, e apenas disponível para iPad justamente, e por 25 euros a licença, mas quem diz, talvez venha a valer a pena, se entreter mesmo as crianças e ajuda-las a tirar máximo proveito das plataformas STEAM de educação.

Para saber mais, acesse: http://doodle3d.com/

PS: Se você tem uma Ultimaker, também pode usar o MakerBot PrinterShop, ok? Basta salvar no seu usuário Thingiverse e então baixar o arquivo pelo seu computador.


Posted on terça-feira, julho 04, 2017 by Emanuel Campos

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7/03/2017



MVP pode parecer com o nome de algum certificado Microsoft, mas não se engane, trata-se de um dos mais importantes testes da indústria para o lançamento de um produto novo, de brinquedos de crianças à foguetes, e atende por Minimum Viable Product. É uma abordagem que visa determinar se os problemas que você vai encontrando pelo caminho do seu projeto são dignos de serem resolvidos ou não. Todos nós sabemos que se buscarmos um produto perfeito, é capaz de morrermos sem ver nossos produtos nas prateleiras, a questão é determinar se os problemas que vamos encontrando são só pelos em ovos, ou realmente há um futuro recall à espreita.

Como filosofia, o problema é que a interpretação de quando se aplicar ou com que afinco devemos olhar um produto, começou a se perder, sendo que a ferramenta começou a ser usada apenas no lançamento de novos produtos e nunca na extensão de novas versões. Para prevenir erros então, no crescimento da família de um produto, o MVP, que deveria ser só um teste rápido, passou a ser usado como tantos outros testes, FMEA, PPAP, APQP, com formulários longos, burocráticos e depois de o produto lançado, abandonado.

Uma nova filosofia, empoderada por soluções como internet das coisas, que coleta dados diretamente dos usuários das versões anteriores, por impressoras 3D, que permitem ter m produto final, da noite para o dia, e tantos outros recursos da chamada Internet Industrial, agora começa a emergir, chamada de RAT - Riskiest Assumption Test - e basicamente, pega a pior situação que alguém pode imaginar para ocorrer com seu produto, e testa ela. E se seu novo tablete cair de tela no chão? da mão de uma criança? da mesa de café? Da mão de um jogador de basquete? Simples, jogue ela do primeiro andar e faça-a sobreviver.

A nova filosofia se resume a: "acelarar a curva de aprendizado, ao mesmo tempo que diminuímos o tempo testando coisas".

Estas filosofias na realidade não se aplicam apenas a Start-ups ou produtos novos, mas dá para estender para o campo de serviços, softwares, e uma infinidade de aplicações.

Se você quiser saber mais, acesse: https://hackernoon.com/the-mvp-is-dead-long-live-the-rat-233d5d16ab02

Posted on segunda-feira, julho 03, 2017 by Emanuel Campos

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Neste fantástico bate papo com o CEO da BioArchitects, Felipe Marques, o Designer Vital Yasumau, com participação do Eduardo Floriano, gerente comercial da LWT Sistemas e Jean Souza, engenheiro de aplicações na LWT Sistema, nós conhecemos o escritório de uma empresa brasileira, com filial nos Estados Unidos, especializada em bio modelos e até mesmo próteses customizadas.

Falamos da maior e mais poderosa máquina da Stratasys, no que tange a resolução e a quantidade de cores,  J750, com 10.000 cores e a Connex3 Objet260, com 365 cores, que não se enganem, é igualmente poderosa, e as aplicações destas máquinas e seus produtos na indústria.

Conseguimos em primeira mão um depoimento de uso real, sobre uma criança que veio da Angola para um procedimento no nosso país e como a impressão 3D ajudou a salvar sua vida e como ela economizou 22.000 reais por costela, numa cirurgia de 7 costelas quebradas.

Falamos ainda de softwares, como é a transição de um designer ou desenhista industrial para o mercado 3D e conhecemos um overview do Magics, da empresa Belga Materialise (ironicamente foram eles, ou melhor, elas, da Materialise, que acabaram interrompendo nossa visita mais cedo, mas não faz mal, pois ainda faremos um bate papo exclusivamente sobre o Magics.


Posted on segunda-feira, julho 03, 2017 by Emanuel Campos

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6/30/2017

http://www.tinkernut.com

Tinkernut é um canal genial, excelente, excepcional, é um dos que mais gosto de assinar no YouTube, não apenas pelo humor e maneiras de apresentar do host, como também pelas sacadas simples e fáceis de fazer em casa, em geral, envolvendo uma impressora 3D e arduíno.

A dica dessa semana não é diferente, como você já deve saber (e se não souber, sério? em que bunker tem se escondido?), Spinners são uma febre mundial. Muitos dos meus alunos ganharam uma boa grana com o produto, e outros estão se aventurando nessa empreitada, mas quem chega tarde a festa tem um problema: a febre está passando, e competir com os "chinos" é complicado.

Uma forma interessante de competir, contudo, é agregando valor. Ai entra esse canal, o Tinkernut, que nas duas últimas semanas, ensinou como fazer um spinner, e com LEDs que formam uma palavra no ar.

Mesmo que você não fale inglês, ou que te pareçam complicados os tutoriais, lembre-se. de última o canal dele já tem o arquivo STL pronto, já tem o código de programação do arduino pronto e a lista de compras pronta; assim, o que esta esperando para agregar esse valor aos seus produtos?

 
 
 
Apenas lembrando que o Nerdologia fez um trabalho excelente também analisando as causas possíveis dessa febre:
 


Posted on sexta-feira, junho 30, 2017 by Emanuel Campos

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6/29/2017


Uma revista eletrônica, para iPad, que contempla exclusivamente o mercado de impressoras 3D. Ainda que cada edição seja um pouco cara, mesma para os padrões norte-americanos, existe uma edição grátis, de 80 páginas, que pode ser decisiva na sua decisão de assinar a revista, ou de comprar o bundle de todas as edições passadas, por 45 dólares!

Para acessar a revista na loja virtual da Apple, acesse: https://itunes.apple.com/br/app/3d-printing-magazine-the-all-important-news/id918997734?mt=8



Posted on quinta-feira, junho 29, 2017 by Emanuel Campos

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Vimos no texto de ontem que a Volkswagen economizou 150.000 euros no ano em que compraram 7 impressoras Ultimaker para produzir ferramentas de auxílio à montagem dos veículos, localizadores, gabaritos passa-não passa e uma infinidade de outros "produtinhos". Vimos ainda que essa economia para este ano é prevista em 250.000 euros, e não, a diferença entre o ano passado e esse não é a amortização das sete impressoras, que mesmo no Brasil, onde tudo é caro, custam entre 7 e 14 mil reais. Então, qual é o segredo?

O primeiro segredo, em ganhos diretos: o plástico é mais barato que CIBATOOL, Baquelita, ou usinar algo rápido. Simples assim. Mesmo que argumentar que o quilograma do ABS é mais caro que o quilograma do cibatool, se esquece que o segundo ainda precisa ser usinado, e essa usinagem ou é manual, ou seja, tem alguém trabalhando e sendo pago para fazê-la, ou tem que ser programada, e isso leva um tempinho, por mais simples que seja. Na impressora 3D, basta apertar Print. E só.

O segundo ganho é indireto: grandes montadoras em geral, são tão departamentizadas, que a ferramentaria própria, acaba concorrendo com o preço de externas, para garantir que haja sempre o menor custo. Mas comprar algo é um custo: requer três orçamentos, que em geral requer três reuniões para explicar o que se deseja, que depois demanda uma ou mais rodadas de negociações que, por fim, termina no ganhador recebendo o pedido para iniciar a construção de algo. De novo, com a impressora 3D, basta apertar print, só se faz esse samba todo, para comprar a dita impressora 3D e a cada vez que o material acabe.

O terceiro ganho, indireto também, é de espaço. Lidar com arquivos impressos garante que se tenha um inventário de ferramentas digital, em arquivos, num pendrive, por exemplo. Seja ano que vem, ou seja em uma unidade do outro lado do mundo, quando esta ferramenta for necessária novamente, basta imprimí-la, sem ter que manter um inventário de dispositivos e gabaritos estocados, esperando novo uso futuro. O espaço liberado nas fábricas dá para fazer, desde uma nova e ampla área de lazer para os funcionários, como uma mesa de bilhar, como dá para fazer ou linha extra de produção, inteira, às vezes.

Por fim, outro benefício indireto: peças impressas em 3D podem ter sua densidade interna controlada. Ela podem ser "ocas", preenchidas com uma treliça plástica para dar resistência, ou sólidas, se forem sofrer muito esforço. Isso significa que são mais leves, com a mesma resistência, o que significa que seus usuários e operadores sofrem, ou estão menos expostos a lesão por esforços repetitivos, e consequentemente, se afastam menos, gerando menos custos para a empresa. Ainda do ponto de vista dos operadores, como é rápido fazer uma peça impressa, suas sugestões e dicas de como produzir melhores dispositivos, são mais ouvidas, fazendo-os uma parte mais importante da confecção do carro ou produto em questão, e motivando-os a trabalhar melhor, afinal, a ferramenta XPTO, foram eles que ajudaram  confeccionar.

Posted on quinta-feira, junho 29, 2017 by Emanuel Campos

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6/28/2017

clique para votar!

O portal Make-a-difference auxilia projetos a saírem do papel, mas para isso, eles precisam ser votados. Guilherme Rocha, organizador dos encontros de impressoras 3D de São José dos Campos quer criar um impressora 3D simples, além da preocupação com camadas ou resoluções ou preenchimentos, mas que seja didática o suficiente para ser usada em salas de aula. Segundo ele, o projeto custaria 200 reais para serem produzidas e vendidas.

Se você gostou da ideia e quer ajudar, basta acessar o site e clicar no coração, no canto superior direito, sem cadastro, sem logar com rede social, nada, entrar e votar, e pronto. Vamos ajuda-lo? Eu até já quero garantir uma para minha escola, será que ele vai importar para a argentina?

https://www.make-a-difference.info/entries/detail/311

Posted on quarta-feira, junho 28, 2017 by Emanuel Campos

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Já falei, e falei de novo e vou ficar rouco de tanto repetir, a impressão 3D na linha de produção é uma das coisas que mais fazem sentido do mundo. O número de peças, acessórios, gabaritos e localizadores que são necessários na produção de veículos, e o quanto essas peças mudam ao longo de uma mesma linha de produção já dá para imaginar.

Agora, depois da Opel ser um exemplo, com os materiais e máquinas da Stratasys, a Volkswagen Alemanha demonstra o mesmo com impressoras Ultimakers, sete delas, pagas em dois meses, com economia final de 150.000 euros no primeiro ano e a expectativa de este ao, economizarem 250.000 euros!

Uma curiosidade no vídeo abaixo, os três responsáveis pela produção da fábrica alemã da Volkwagen são portugueses, assim, dá para ver o vídeo com as legendas em inglês, ou ouvindo diretamente um deles!




Posted on quarta-feira, junho 28, 2017 by Emanuel Campos

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6/27/2017



Mirando no público crescente de usuários em ChromeBooks e aparelhos correlatos, como iPads, Windows 10S e Old Fashion Surfaces com ARM e Windows 8.1, a MakerBot e a Autodesk anunciam nova solução na nuvem, de integração transparente entre TinkerCAD e sua impressora 3D favorita, a MakerBot!

Através de um canal ou de outro é possível autorizar o segundo, pela ponta MakerBot, por exemplo, a plataforma se chama My MakerBot, e além da integração ao TinkerCAD e seus arquivos salvos lá, também oferece as ferramentas usualmente encontradas no MakerBot Print ou MakerBot Desktop, como acessar suas impressoras online, espirar por suas câmeras ou iniciar uma impressão.

Como o TinkerCAD também permite editar STL`s, é sua chance de levar seus arquivos do Thingiverse para uma edição e repaginada no TinkerCAD, e tudo isso, sem sair do seu navegador, ou sem ter que ter um computador com sistema operacional completo, um simples Chromebook, ou um surface com ARM funciona. (E eu insisto no Surface, por que é o que eu tenho momento, e esta funcionando muito bem!).

Para saber mais, acesse: https://www.digitaltrends.com/computing/new-my-makerbot-platform-chromebooks/

Posted on terça-feira, junho 27, 2017 by Emanuel Campos

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Recomendo o canal Make Anything, um canal muito bacana, e o cara tem certa paixão por canetas 3D, sendo um dos melhores usuários do produto que eu já vi (depois de mim, mas eu não uso para criar nada, apenas para soldar e dar acabamento, mas isso é outro tema).

Esse spinner tem dois truques muito interessantes: o primeiro é o filamento com bronze, para dar peso e giração ao spinner, material da linha pro da 3doodler, um material excepcional. O outro truque é essa folha de silicone com formas, para facilitar a criação à mão livre. Um produto que está por sair no Kickstarter, e podem ter certeza que eu vou comprar o meu...


Posted on terça-feira, junho 27, 2017 by Emanuel Campos

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