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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Iron Man entrega mão biônica

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E assim como Kaká, esta iniciativa esta se espalhando pelo mundo, o projeto mão biônica, com peças impressas em 3D. O que eu acho lindo dessa iniciativa é que não apenas o braço é dado, mas tem aquele apelo de tornar a diferença da criança em algo bacana, dando parte da armadura do "Homem de Ferro", e o melhor, dada pelo próprio Tony Stark, digo, Robert Downey Jr.

Para saber mais desse projeto, acesse o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=oEx5lmbCKtY

Ou veja-o abaixo:


Jogador Kaká entrega mão biônica

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Saiu no mailing da Stratasy (que você realmente deveria assinar) sobre o jogador Kaká e a entrega da "mão biônica˜, matéria que rendeu até uma menção indireta no Jornal Nacional de 25 de agosto de 2015:
Crianças que perseguem suas paixões proporcionam uma excelente inspiração para a equipe da Limbitless Solutions. Trabalhando em um laboratório da Universidade da Flórida Central (UCF), a Limbitless Solutions cria membros biônicos individualizados impressos em 3D para crianças que combinam com sua anatomia e personalidade. Estes fantásticos e personalizados aparelhos são produzidos em apenas algumas horas em uma Stratasys Dimension Elite 3D Printer.
Qual é o objetivo? Na semana passada, um jovem brasileiro fã de futebol foi o feliz beneficiado com uma mão impressa em 3D pela Limbitless Solutions. Paulo Costa Boa Nova, de 6 anos, tem uma má formação na concepção que afetou seu braço e mão direita. Paulo foi selecionado entre centenas de candidatos para ter sua mão biônica desenvolvi…

Hacer que se te cante el c*lo

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Tem uma expressão em espanhol que sempre me soou estranha, "hacer que se te cante el c*lo", fazer o que seu bumbum mandar, numa tradução mais polida e contida. Sempre achei estranha, mas faz também, muito sentido. Geralmente observamos nossas ações com um outra base, emoção ou razão, coração ou mente. Hacer que se te cante é c*lo é uma terceira saída.


Não importa como decidimos nossas vidas, as pessoas sempre irão nos julgar. Optei por não ter mais um carro, optei por não trabalhar de gravata. A medida do meu sucesso é para aqueles que me conhecem e podem saber o quanto eu sei, o quanto estudei, o quanto posso fazer. Tenho para mim, a cabeça baixa e a humildade de sempre querer aprender, mas isso não importa, as pessoas sempre te julgarão sob seus próprios prismas.

Decidir não ter carro é visto muitas vezes como uma decisão de um fracassado, "não posso manter um carro", ou como a decisão de um hipster, esta forma pós-moderna de hyppie, "não quero agredir a na…